Dia dos Namorados está
chegando, venho hoje com duas dicas. Primeira, o pessoal ainda tem dificuldade
para perceber que a pessoa com deficiência pode, deve e tem uma vida comum,
isto é namora, ama e é amado!!!! Eu, graças a Deus, vivo essa troca, amo e sou
muito amada - é muito bom!!!!
Segunda dica, eu já pensei
como vou adoçar a minha noite. Depois de um bom jantar, nós vamos de Sweet
Laju, um belo e delicioso cupcake e um brownie fantástico…
“Para romper esse
preconceito, o projeto dinamarquês LigeLyst promove a educação sexual de jovens
com paralisia cerebral, amputados, cadeirantes e outras condições.”
Acabei de saber que hoje dia da sogra!!!
Para muitas pessoas em geral, a sogra é um carma, um pesadelo, por diversas razões.
Eu
estava viajando, mas acompanhei, superficialmente, a historia da tal miss
bumbum, nunca tinha ouvido falar nela, que namora um cadeirante.
Vamos falar sobre a matéria do Fabiano Puhlmann na Revista
Reação deste mês. A matéria veio
na hora certa, pois estou tem varias pessoas vindo me procurar com a mesma questão:
Sexualidade X Família.
Conversando
sobre a sexualidade da
pessoa com paralisia cerebral, ai
conversa vai, conversa vem, eu comento que meu namorado também tem paralisia
cerebral. A pessoa vira e fala: “Fica
muito prático e meio clichê PcD só pode se relacionar com PcD!”
Não
tem como não indicar um texto lindo que saiu no site Deficiente Ciente. O texto
fala sobre uma história de amor linda, é incrível, maravilhosa!!!!!!!!!!
O
post do Jairo Marques de hoje, está
fenomenal, a leitura é obrigatória!!!!!!!!! Ele fala sobre sexualidade, o equilíbrio
entre a proibição, que antes, a sociedade considerava as pessoas com
deficiência, a vulgarização.
Concordo com ele.
Até mais,
bjo,
Carol
Dia 12 de
junho de 2013, dia dos namorados! Há quem diga que é uma data, puramente,
comercial, eu concordo plenamente com esse pensamento. A gente liga a televisão,
entra na internet e é bombardeado de pensamentos românticos, a mídia, a
propagando têm o dom de envolver a gente, que ai acaba que caímos no clima e
assim fazemos de tudo, compra presente, sai para fazer um programa, enfim inventamos
algo.
Sexta-feira,
falei sobre sexualidade,
hoje vou abordar um tema que está relacionado com o do
post passado. Não foi combinado, foi pura coincidência, pois uma pessoa, sexta-feira,
me mostrou essa foto, achei bem legal a ideia e no sábado, vi uma matéria emocionante,
de duas mulheres com deficiência, realizando o sonho de ser mãe. Vou colocar o endereço
do vídeo aqui, pois, infelizmente, não conseguir
colocá-lo aqui, perdi horas tentando, como sempre!!!
Faz
tempo que não falo de temas relacionados com sexualidade, não sei bem o porquê,
acho que tem haver com o publico que acompanha o blog, tem mais mães, alguns
pais, de crianças, ainda. Mas essas crianças vão crescer, os dilemas vão mudar,
um novo mundo vai surgir, barreiras vão ter que cai vão aparecer outras, isso
se os pais quiserem olhar para o filho com um sujeito, com as próprias
necessidades, desejo. Isso tudo, acontece com qualquer criança e com qualquer pai,
não importa se o filho tem ou não alguma deficiência, ele cresce, se
transforma.
Acabei
de vê no facebook, achei interessante!
“O Hospital Pérola
Byington, em São Paulo, que presta atendimento na área de saúde da mulher pelo
SUS. Desde setembro está em atividade o programa Sábado sem Barreiras, que tem
por objetivo prestar assistencia ginecológica gratuita às mulheres portadoras de
qualquer tipo de deficiência. É realizado no ultimo sábado do mês.”
Aproveitando
para lembrar que toda mulher precisa ir ao ginecologista
e que
toda pessoa com deficiência, do sexo feminino, é mulher. Logo, não há como
separar, mulher é MULHER! Parece obvio, mas, infelizmente, não é, aqui entram vários
fatores, como por exemplo, o preconceito de que a pessoa com deficiência não tem
sexualidade e isso, claro, está ligado com a ida ao ginecologista. Bom, enfim têm erros, atrás de erros,
todos interligados, gerando mais ignorância!
Até mais,
bjo,
Carol
Terça-feira,
falei sobre a sexualidade de pessoas com lesão medular e disse que precisava
vim falar sobre a sexualidade de pessoas com paralisia cerebral, que é um
mistério para certas famílias. O texto de terça-feira, como todos os outros,
publiquei no facebook e a Dani já conhecida, aqui no blog, levantou algumas questões
interessante que vou trazer nesta serie.
Fazendo
a minha leitura matinal, encontrei algo interessante para partilhar aqui no
blog. É sobre a sexualidade de pessoas com lesão medular, falando nisso eu
preciso vim falar sobre a sexualidade de pessoas com paralisia cerebral, que é
um mistério para certas famílias. Tem famílias que simplesmente “esquecem”,
anulam esse tema e têm outras que negam completamente, mas enfim isso é um
assunto longo, delicado e para outros posts. Entretanto, acho que esse texto
pode ir acordando, dando uma ideia para as pessoas que todo ser humano tem sexualidade,
desejo, vontade, sentimento, já falei varias vezes isso aqui.
Estava agora lendo jornal, blogs,
procurando algo interessante para trazer para o blog, achei, no site Deficiente
Ciente. É uma informação para gente discuti e pensar a respeito.
Tradução:
Homem: Bom dia! L.G. está no sexto andar,
não é?
Mulher: Sim. Você está aqui para a
entrevista?
Homem: Sim.
Mulher: Boa Sorte!
Homem: Obrigado! Se der tudo certo vou
levá-lo para almoçar fora.
Mulher: Isso não deu certo para ninguém.
Homem: Entrevista de almoço?
Mulher: Ambos
Horas mais tarde…
Homem: Gostaria que você almoçasse comigo.
Mulher: Então… Correu tudo bem?
Homem: Sim. E não me diga que você tem um
namorado.
Mulher: Não, não tenho namorado… Eu aceito.
Algo mudou em sua mente….
Eu posso posso mudar de ideia. E você?
Campanha para pessoas com
deficiência: MUDE SUA MENTE! MUDE SEU JEITO DE PENSAR E DE COMO ENXERGAR A
DEFICIÊNCIA!
Fonte: Deficiente Ciente
Até mais,
bjo,
Carol
Semana
passada, sexta-feira, eu falei sobre a sexualidade dos jovens com deficiência intelectual.
Mas no inicio desse texto, comentei que os adolescentes têm informações sobre o sexo pelos meios de comunicação, conversas com
colegas ou ouvidas dos adultos. Muitas das vezes ou a maioria essa informações
são erronias, não são verdadeiras, fragmentadas.
As pessoas não estão tomando cuidado quando vão
passar para os adolescentes os conceitos que envolvem a sexualidade, está se
perdendo a educação ou orientação sexual. Falam que o sexo não é mais tabu, mas
eu não sei se é ou se não é, sei que um assunto serio e que tem que ser tratado
com atenção e respeito. Os pais e a escola precisam sim lidar, trabalhar sobre
as questões que envolvem o sexo, a sexualidade com os jovens. Sem que eles
precisem aprender com aquilo que já está disponível, como material na internet, peças publicitárias,
exploração do tema em revistas e programas de TV etc.
Claro que hoje em dia, é quase impossível proibir o
acesso dos filhos a essas informações, porém quando a gente tem a educação, a informação correta, o dialogo, a gente vai
ter o discernimento para poder pegar qualquer informação na internet
ou no programa de TV e fazer uma critica construtiva. O erro não é ter informações erradas, mas sim não ter base, educação, para saber que aquilo é um equivoco.
Até mais,
bjo,
Carol
Hoje
a gente vê que os jovens têm informações sobre o sexo
pelos meios de comunicação, conversas com colegas ou ouvidas dos adultos. Muitas
das vezes ou a maioria essa informações são erronias, não são verdadeiras,
fragmentadas, por isso o dialogo entre pais e qualquer adolescente
é fundamental.
Eu falei qualquer adolescente,
porque hoje, mais uma vez, vou falar sobre a sexualidade dos jovens com deficiência
intelectual. O adolescente com deficiência intelectual, geralmente, tem a vida reduzida aos familiares e amigos comuns, não é
aquela vivencia que normalmente os outro jovens têm, como os relacionamentos com outros na escola, no trabalho e
no lazer. Eles têm que construir a rede social deles. É claro que a família tem
que está sempre perto, saber aonde esse adolescente está.
O
adolescente com deficiência intelectual tem sentimentos
reais e necessidades, como qualquer
outro jovem. Ele não uma maquina fantasiada de
ser humano, logo não é possível elimina a sexualidade da vida de um adolescente
com deficiência intelectual.
A
sexualidade da pessoa com deficiência intelectual não é diferente das dos outros, por isso, a
educação da sexualidade também deve ser a mesma. Mas pode ser que seja mais
lenta de aprender, então, tem que ir ensinando devagar, com menor complexidade e
maior variabilidade de recursos áudio-tátil-visual utilizados.
Até
mais,
bjo,
Carol
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque