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É simples conviver com a diversidade?????



A Lalá e a Jú minhas sobrinhas, 7 e 4 anos, outro dia me pediram para colocar um filme, como sempre. A Lalá foi correndo na frente, com uma normalidade que eu adoro, sabe que consigo ir sozinha, que tenho o meu ritmo e pronto, é conviver com a diversidade!!!

Festa do pijama



Outro dia foi aniversario da Lalá, minha sobrinha, 7 anos. Teve uma festa do pijama, foi uma farra, 14 meninas!!!

Forca inclusiva


Sábado fui jogar forca com a Lalá, como a gente sempre fez.. Ela sabe que eu não consigo escrever, então quando eu vou fazer a forca, falo a quantidade de letras e ela escreve, ai ela fala a letra, eu digo se tem, aonde tá... Só isso já é um exemplo de inclusão, como ela é simples!! 

A unha

A proposta da Lalá:

-Tia Carol, posso fazer a sua unha??
-Não, é impossível!!!! Ninguém consegue!!!

Papo sobre diferenças!!!!!



Papo sobre diferenças com a minha sobrinha, Lalá, 06 anos.

Tia Carol, todo mundo é diferente, né? Você é toda diferente!!!!

Vamos Lalá, colorir o mundo!!!!



Lalá, minha paixão, parabéns!! Te desejo o melhor que tem nesta vida!!!!!!Saiba que eu te amo.

Tudo tem jeito, quando tem amor


Lá vou eu, contar as minhas aventuras com as minhas lindas, sobrinhas que eu tanto amo. Outro dia, estava com elas, matando a saudade que sempre é enorme. E ai sempre é uma festa, aquela bagunça.

“É só imaginar, tia Carol”!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

       


       Mais uma história da Laís, minha paixão!!!! Estava com ela, um dia desses, na sala, eu deitada no sofá e ela brincando e conversando comigo. Papo cabeça, essa menina é incrível, com apenas 5 anos, se expressa com uma maturidade inexplicável, linda!!! Conversa vai, conversa vem, ela me chama para brincar:

A magia do amor!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


Saudades, paixão e amor puro, essas palavras que eu começo o post de hoje.
Lala, que vontade de te agarrar, apertar, te encher de beijo, até você falar: parar Caca!!!!!!!!!!!!!!!

Por que a Carol é assim?????????????????????????????


Eu tinha esquecido que eu tinha mais capítulo da serie, Laís, Carol e a inclusão, lembrei hoje, antes tarde do nunca!!!
Vamos voltar no tempo, há praticamente 1 ano, eu escrevi isso:

Momentos incríveis com a Laís!!!!


        Como falei no post de terça-feira, posso fazer mais um capítulo da serie, Laís, Carol e a inclusão, pois a minha princesa veio passar alguns dias aqui em casa. Como já disse, ela continua incrível comigo!!! É mole, mesmo depois de oito messes longe da tia doida, ela não esqueceu nada, é muito amor!!!!!
Continua me ajudando, pega no meu dedo e vai embora, ainda gosta desse colo, meio “estanho”, fica esparramada nele e tem que ser como ela quer, eu que me vire para controlar os, chatos, movimentos involuntários, caso escape um, levo bronca e ela segura!!!! É mole!!!!

As perguntas! (Laís)


        Para mais um capitulo da serie Laís, Carol e a inclusão! Essa menina é demais! Laís estava comigo, no meu quarto, conversando, a menina já gosta de falar, não parar nem com a boca nem com braço, pique total. Nesse pique total, ela foi a cozinha e trouxe uma laranja, virou para mim e disse:

Afinal, o que é normal? Mais um exemplo de inclusão!


      Ontem, falei sobre a inclusão escolar, dei um exemplo belíssimo e hoje vou dá um exemplo de como a inclusão só faz bem para o ser humano. Eu falo muito da minha relação com a Laís, minha sobrinha, como ela percebe a diferença, mas lida com isso de uma maneira natural. Hoje, vou colocar uma redação da minha irmã, Mari, de quando ela tinha 14 anos, lendo a redação, a gente entende como conviver com as diferenças faz a diferença no ser humano.

O desafio de se conviver com as diferenças
        Conviver com as diferenças sempre foi e sempre será uma árdua tarefa. A sociedade impõe cada vez mais o que é perfeito e aquilo que não é perfeito? O que é perfeito, bonito, certo?
 O preconceito contra deficiência é algo bem ultrapassado, porém se alguém com deficiência, tiver a capacidade igual ou melhor do outro concorrente ao emprego, a pessoa com deficiência vai perder para o outro candidato na maioria das vezes. Algumas empresas simplesmente não aceitam deficientes, alegando não ter estrutura para adapta um deficiente em seu estabelecimento. Tem  empresas que não deixa o portador de deficiência nem fazer a entrevista.
O fato de deficientes físicos não serem aceitos em empresas ocorre também nas escolas ou faculdades. A desculpa da estrutura se repete, tem também a ignorância de acharem que o deficiente físico é também deficiente mental e por causa disso são incapazes de realizar atividades que uma pessoa “normal” faz. Afinal, o que é normal?
Pessoas afro-descendentes, indígenas, orientais, etc, também são alvos do preconceito. Há algum tempo atrás um índio foi queimado por jovens. Afinal, o que é normal?
Houve também, um incidente com uma moça que estava indo trabalhar de madrugada e foi “confundida” com prostituta por alguns jovens que a espaçaram. Isso é justificativa?
 Afinal, o que é normal?

Até mais,
bjo,
Carol 

Essa menina é incrível!


Vou para mais um capitulo da serie Laís, Carol e a inclusão!
Outro dia, a Laís veio passar o dia aqui em casa, minha mãe, minha irmã, eu, e a santa da Sil, empregada, estávamos de olho nela, tudo estrategicamente, claro, pois ela é terrível (eu adoro). Mesmo com toda essa equipe olhando a princesa, ela conseguiu ir a sala, fazer xixi de propósito, em seguida a avó deu um banho maravilhoso. Assim que a minha mãe soltou a fera, ela foi para a cozinha, não tinha ninguém lá, pegou um ovo, sentou-se à mesa e lógico quebrou, a santa da Si que estava limpando a casa, vai toda hora à cozinha, viu a arte. Quando a avó viu a neta, ela estava inteira de ovo, levou a para direto para o banho, novamente. Dois banhos em menos de uma hora!
Mas ela não parou por ai, minha mãe, teve que dá uma saída, não sei porque, a Laís não quis ir, ficou aqui, andando pela casa procurando uma arte nova e eu de olho, até a avó voltar, claro que eu tinha o auxilio da santa da Sil, qualquer coisa, eu grito a Sil aparece para socorrer.
Bom, a Laís me pediu um papel para desenhar e ela tinha achado uma caneta sei lá aonde, tentei trocar a caneta pelo lápis, lógico que ela não quis fechar o acordo comigo e ainda explicou o motivo. Desenhou, por alguns segundos, e logo saiu andando com a caneta e o papel, eu fui atrás, ela entrou no quarto da avó e começou a desenhar em cima da cama, a colcha branquinha, eu falei: Laís, desenha no chão! Ela nem ai. Eu novamente: Laís, desenha no chão! E ela, fazendo furinho no papel, ela sabia que no chão não ia consegui, o chão é duro e a cama não. Esperta a menina! Enquanto isso a colcha branquinha, já estava cheia dos pontinhos e eu falando: Laís, olha para mim, escuta, desenha no chão! Falei mais alto, ai sim, ela olhou para mim e disse: calma Cacá, não precisa gritar, você é malvada! E ai ela foi para o chão. Não acabou por ai.
Ela começou a andar pelo quarto, do nada olhou para mim morrendo de rir, escutei um sonzinho de água caindo, quando olho para baixo, xixi!  Laís, tira essa calcinha. Não disse nada alem, ela obedeceu, chamei a santa da Sil, enquanto falava com a  Sil, a Laís fugiu. Quando fomos olhar, ela estava no meu quarto, com um hidratante, derramou o vidro todo na minha cama! Briguei!
Uns 40 minutos depois, ela já estava com a avó e eu fazendo minhas coisas. A Sil chamou a gente, falando que o almoço estava na mesa, com eu vou sempre sozinha, ninguém se preocupa em me ajudar, mas a Laís veio até onde eu estava e falou: vamos Cacá almoçar, vim te ajudar!
Quem aguenta essa menina!


Até mais,
bjo,
Carol 

Pique – esconde, mais do que uma simples brincadeira!


Uma querida leitora do blog, pediu para contar mais historias da serie Laís, Carol e a inclusão! Então a pedidos, vem ai mais um capitulo.
A Laís adora brincar de pique - esconde, ela brinca com um, depois chama outro e assim por diante. Ela brinca tão direitinho, conta até dez, depois vai procurar, quando acha, a Laís inverte, a pessoa conta e ela se esconde. Lógico, a Laís não ia me deixar fora da brincadeira! Carol, quero brincar com você! Vovô, ajuda a Carol a se esconder. Lá fomos nós!
É impressionante, a Laís brinca com todo mundo, se diverte, comigo, ela também se diverte, mas o olhar dela muda, eles brilham um pouco mais. A Laís, me encanta de uma maneira especial, acho que é nossa sintonia que chama a atenção de todos.
Falei agora um pouco de modo particular, porque não é com qualquer um que temos uma sintonia, uma ligação. No entanto o importante aqui é falar que é possível, viver com as diferenças de uma  forma natural, isto é, não ignorar as diferenças, porém não é fazer delas uma enorme barreira, enxergar apenas elas. Aqui que está o X da questão da inclusão.

Até mais,
bjo,
Carol 

Pato doido!




Quinta-feira, dia de mais um capitulo, Laís, Carol e a inclusão! A Laís desde sempre gostou e gosta de ficar no meu colo assistindo vídeo de musica infantil no computador.
Eu e ela arrumamos um jeito dela sentar no meu colo sem pedir ajuda para outra pessoa. Eu peço a ela que vire de costa para mim, depois peço que levante os bracinhos, ai eu vou com meus braços abraço-a e puxo para o colo. Ali a gente faz tudo, rir, pula, mama, uma abraça a outra e cai no sono!
 Nesse nosso momento é muito divertido, essa musica que eu coloquei é do Pato, do Toquinho, a gente fala que é pato doido. Nessa musica a Laís gargalha, porque temos toda uma coreografia  que ela adora! A Laís quer essa musica varias vezes seguida, eu fico morta, mas vale a pena, a gente se diverte!

Até mais,
bjo,
Carol 

Uma pessoa com deficiência e uma criança birrenta!


Ontem, fiz um post falando que a deficiência é motivo de curiosidade para o outro! Esse post deu o que falar. E hoje é dia que eu escrevo sobre a minha relação com a minha sobrinha, e ai quarta-feira aconteceu uma coisa que liga os dois assuntos.
Quarta-feira, a minha família foi jantar fora, a Laís estava com sono, chata, chorona, birrenta,  daquele jeito que se joga no chão e grita, todo mudo olha, uma vergonha! Até que ela disse: Quero colo da Carol!
 Me deram a Laís, ela esperneando, batendo pé, gritando, o povo olhando. Eu pensando, agora pronto, uns estão olhando para o show da Laís, outro para mim e outro para o conjunto, virou um espetáculo! Ela se acalmou, ficou mamando, linda como um anjo!
Voltando ao tema de ontem, a pessoa com deficiência já chama atenção naturalmente, se colocar uma criança birrenta junto, ai é só cobrar ingresso!

Até mais,
bjo,
Carol 

A Laís sempre perto, querendo me ajudar!


Eu adoro conta a minha vivencia com a Laís, parece tão mágico! Vamos para mais um capitulo, Laís, Carol e a inclusão!
Um sábado ai, eu ia sair, fui tomar banho e é claro a minha princesa foi junto. Depois do banho, minha mãe foi fazer uma escova no meu cabelo, a Laís veio: Quero secar o cabelo da Carol!  Lógico que pegou o secador e não queria soltar, falava: Eu seco, eu sei! Ficamos nessa conversa, minha mãe secava um minuto e a Laís enrolava cinco! Ainda dizia: Carol, abaixa! Isso que é cabeleira!  
Uma hora depois, acabamos o cabelo, detalhe, não era meu casamento, era apenas uma simples saída!
Segundo passo, maquiagem, nossa! Vovó, eu quero maquiar a Carol! Deixa vovó! Imagina como ia ser a maquiagem!
 No final de tudo, quatro horas depois, eu estava pronta, a Laís olhou para mim e falou: Nossa Carol, você está linda! Vem Carol, vou te levar no elevador!

Até mais,
bjo,
Carol 

Laís, Carol e a calça!


Hoje é quinta-feira, dia de mais um capitulo sobre a historia, Laís, Carol e a inclusão!
A Laís outro dia virou para mim e falou: Carol, coloca a minha calça, por favor! Eu disse: Pede para a vovó, para a mamãe ou para o papai. Ela imediatamente argumentou: Não, quero você! Lá fui eu, tentar colocar a calça.
A Laís, rápida com sempre, me deu a calça e foi levantando a perninha. Eu disse: Laís, vamos com calma, primeiro senta no chão. Ela sentou, ai eu fui colocando uma perninha de cada vez. Nesse meio tempo, a Laís ficou cantando! Quando coloquei as duas perninhas, falei: Fica em pé, linda, e agora ajuda a Carol a puxar a calça! A Laís, me ajudou, colocamos juntas a calça.
Ela ainda saiu correndo, gritando: Carol, colocou a minha calça!
Isso que é trabalho em equipe!


Até mais,
bjo,    
Carol 

Quero dá para a Carol!


        Ontem não foi possível colocar mais um capitulo sobre a historia, Laís, Carol e a inclusão! Então vou postar hoje.
Quarta-feira, teve um jantar aqui em casa, na hora que todo mundo sentou-se à mesa, a Laís veio na minha direção e disse: Carol, quero colo! Sentou no meu colo, meu pai tentando me dá a comida, a Laís fazendo uma zona e comendo comigo, virou e falou: Quero dá salada para a Carol!
Ela deixa todo mundo maluco!
 Não foi a primeira vez, não pode ter nada de comer na mão que ela fala: Quero dá para a Carol!
Teve um dia que ela apareceu com dois palitos e disse: Olha Carol, trouxe um para você e um para mim, está duro Carol. Perguntei onde ela pegou aquilo, ela respondeu: No prato da Cristal!
 Detalhe, Cristal é a cachorrinha!
 Até comida de cachorro a Laís quer me dá.

Até mais,
bjo,    
Carol 

" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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