Ai
vai uma ideia de passeio acessível. Não fui eu fiz, li agora no blog do Jairo.
Achei bem bacana, pois é um passeio digamos, natural, com trilhas, teleférico, ou
seja, tudo que para uma pessoa com mobilidade reduza torna mais complicado, lá
é simples acessível!!!!!!!!!!!!!!
Ontem no Jornal
Nacional passou uma reportagem falando sobre o projeto Praia para Todos, eu já falei desse projeto aqui, faz um bom tempo já. Então achei
que podia trazer novamente essa ideia, afinal está um calor infernal, nada
melhor do que um mergulho para refrescar!
Eu queria colocar a matéria do Jornal Nacional
aqui, mas não consegui, claro, pois o computador sempre ganha de mim!!!!!! Entretanto
achei outra parecida e melhor conseguir trazer para o blog, obaaa!!!

Não conheço, mas tenho muita vontade de conhecer Fernando
de Noronha, lugar lindo. Ontem saiu na Folha de S.Paulo, que Fernando de
Noronha está fazendo mudanças para ser acessível a turistas com deficiência.
Ontem
li no site, Turismo Adaptado, que Arraial do Cabo, cidade que fica na Região dos
Lagos, Rio de janeiro, é um dos dez roteiros turísticos para a Copa do Mundo de
2014. Por isso a cidade está se preparando, estão fazendo obras, como, recuperação
da orla, construindo um estacionamento no centro das pistas, foi desenvolvido
um deque de madeira, para possibilitar os moradores observarem o pôr do sol da
região, assim como foram construídos 12 quiosques, que passam a ser ponto de referência,
e tem uma ciclovia.
Não
para por ai, Arraial do Cabo está pensando na acessibilidade, a Secretaria de
Turismo em parceria com a HSA Brasil, designou o selo de mergulho adaptado,
onde as operadoras de mergulho podem se certificar e vender este novo produto
para as pessoas com deficiência.
Rio+20
está na boca do povo, esta semana. Eu não sei como está a organização para esse
evento, ouvi algumas falhas e diversos elogios, mas torço para que o Rio se
saia bem e mostre que, realmente, pode ser uma cidade maravilhosa. Parece demagogia,
e é de certa forma, sei todos problemas da cidade, acho que toda essa mobilização
para manter a segurança, poderia fazer parte do dia a dia do carioca. Afinal não
é possível viver de aparência e outra, por que cuidamos dos de fora e deixamos
os de casa, cidadão carioca, desprotegidos, vitimas?
Hoje me programei para falar de praia, mas
os dias estão tão feios, só chove, cadê o sol? Nem dá vontade de tocar nesse
assunto. No entanto vou continuar com o tema, pois estamos em janeiro, férias!
Ontem,
eu estava pensando no post de hoje, no que e ia falar, até porque, já fiz um
texto sobre praia aqui no blog. Lembrei-me da época em eu ainda morava no Rio,
a gente ia muito à praia. Eu andava com a ajuda
do meu pai ou da minha mãe, toda aquela extensão que vai do calçadão até o mar.
Quem conhece sabe que é uma boa caminhada, aquele sol fervendo na cabeça, a
areia fofa, pegando fogo, era uma pequena batalha. Mas a gente conseguia, ai comecei a pensar, eu
apesar da dificuldade, conseguia e consigo ir à praia, porém tem pessoas que
usam cadeira de rodas como elas fazem para ir à praia?
Quer
disser como iam, porque hoje esse problema está praticamente solucionado, com o projeto da ONG Adaptsurf
(www.adaptsurf.org.br), que tem como objetivo fazer com que a praia seja
acessível. Esse grupo conta com voluntários que organizam atividades de lazer e banho de mar assistido,
eles utilizam a cadeiras de rodas anfíbias, que flutuam na água. O projeto fica no Posto 11,
na praia do Leblon, onde uma esteira de bambu é montada, facilitando a
circulação das pessoas com deficiência. Em São Paulo também tem uma praia acessível, fica na Enseada, em
Bertioga, no litoral sul.
Eu ainda não
tive o privilégio de ir conhecer o projeto, ONG Adaptsurf, espero, em breve, conhecer
e vim contar mais detalhes.
Certamente,
esse projeto
vai auxiliar a pessoa com deficiência a ir à praia!
Até mais,
bjo,
Carol
Como estamos em janeiro, mês de férias,
sempre procuro dá dicas de passeio, atividades. Para isso, dou um pulo no site,
TURISMO ADAPTADO - FAZENDO
A DIFERENÇA NA BUSCA PELA IGUALDADE, nele tem excelentes dicas para quem quer
conhecer novos lugares, se aventurar, enfim aproveitar os momentos de
prazer.
Achei no site uma dica de passeio bem legal!
Um grupo de surdos e ouvintes foram para a
cidade de Bonito, uma cidade cheia de passeios turísticos, como, cachoeiras,
visitação á grutas, passeios de bote em rios de águas cristalinas, mergulho,
etc. Para quem gosta desse da natureza é um prato cheio, porém parece que as
pessoas ainda esquecem que há no mundo pessoas com deficiência e que elas também
querem e podem aproveitar a vida, a natureza, se aventurar, é aqui que entra a
importância de acessibilidade na prestação de serviços para pessoas surdas ou
com qualquer outra deficiência.
Atualmente, já têm algumas empresas
que estão preparadas paras atender o turista surdo, como a empresa que estava
com esse grupo que tinha uma intérprete. Ela foi fundamental, pois era quem
fazia a ponte para as pessoas surdas, exemplo, o grupo fez um passeio de bote,
foi à intérprete que interpretou as orientações sobre segurança e
posicionamento dentro do bote para evitar acidentes. Segundo o grupo o passeio foi
muito bom e divertido, durou uma hora e meia, descendo as cachoeiras, remando,
e brincando de guerra de água com balde.
O grupo também visitou projeto
Jibóia, onde assistiram a uma palestra com o objetivo de conscientizar a
importância de preservação das cobras, aqui novamente a intérprete foi peça
essencial passar as informações.
Em uma época que só se de inclusão,
uma empresa assim não deveria ser raridade!
bjo,
Carol
Nossa ultima visita vai ser na praia, afinal o verão está ai e ninguém é de ferro!
Antigamente era muito difícil uma pessoa, deficiente físico, ir à praia. Mas agora parece que estão começando a pensar que a gente também tem direito a freqüentar esse paraíso, com menos desgaste!
Hoje tem programa que é da ONG Adaptsurf (www.adaptsurf.org.br), que como objetivo fazer com que a praia seja acessível. Esse grupo conta com voluntários que organizam atividades de lazer e banho de mar assistido, eles utilizam a cadeiras de rodas anfíbias, que flutuam na água.
O projeto fica no Posto 11, na praia do Leblon, onde uma esteira de bambu é montada, facilitando a circulação das pessoas com deficiência. Em São Paulo também tem uma praia acessível, fica na Enseada, em Bertioga, no litoral sul. Eu acho muito legal esta iniciativa, um ótimo começo. Mas acho que em algumas partes de todas as praias deve ter estas esteira, uma base para uma cadeira de roda andar melhor, só tendo isso já é uma grande ajuda, e outra nem é esta praia queremos ir!
E assim acaba nossa viagem. Espero que vocês tenham gostado e aproveitado!
Até mais,
bjo,
Carol
Vamos fazer hoje nossa parada na noite carioca!
Lapa é um bairro no Rio, famoso pelos seus arcos. este bairro a noite pega fogo, é super movimentado, tem diversos bares. O som daqui da Lapa é o samba. Aqui a gente encontra todo tipo de pessoas, é uma noite diferente e animada.
Vale muito a pena, para quem quer ter uma noite gostosa e diferente!
No entanto o difícil aqui é achar um lugar acessível a pessoas com deficiência, mas nem tudo está perdido. Temos Rio Scenarium, ele ainda funciona como antiquário, e as peças são parte da decoração. Aqui tem elevador para os visitantes se deslocarem até o terceiro andar, e de um banheiro amplo (sem barras de apoio) para cadeirantes, no térreo. Há também o Lapa 40°, esse tem mesas de sinuca, no terceiro andar fica a pista de dança, onde toca forró e gafieira. Tem rampas na entrada e elevador, e, em cada andar, banheiros com banheiro adaptado.
Endereço:
Rio Scenarium: Rua do Lavradio, 20, Lapa.
Telefone: (21) 3147-9005.
Lapa 40°: Rua do Riachuelo, 97, Lapa.
Telefone: (21) 3970-133.
É claro que quem gosta de dançar, vai aproveitar ate o amanhecer. Depois desta maravilhosa noitada, vai outra dica; vá a praia e veja o sol nascer, que lindo! Fantástico!
Até mais,
bjo,
Carol
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque