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“Adolescente deficiente X eficiente”, um mundo desconhecido!


Vou indicar um blog novinho, da Claudia Andrade. Claudia é uma jovem, de 17 anos, seu blog tem como objetivo, contar a sua historia, os seus desafios e as suas conquistas.
O que eu mais gostei, é que é um blog de uma adolescente com paralisia cerebral, coisa rara, infelizmente, até parece que não há jovem deficiente. Acho que a Claudia vai me incentivar a escrever mais sobre adolescência e paralisia cerebral, um mundo pouco explorado, ainda!


Até mais,
bjo,    
Carol 

Malhação, “O mundo perfeito dos jovens”!!!


Ano passado, eu falei sobre o programa, serie, novela ou sei lá o que é, para mim é, “O mundo perfeito dos jovens”, estou falando da Malhação da Globo. Comentei que ia ter um novo personagem com deficiência visual, brinquei, dizendo que já  era hora de colocar adolescentes com deficiência na televisão, aleluiaaaa!

A aceitação e os questionamentos da deficiência


       Já falei, muito, sobre a aceitação dos pais, perante a deficiência do filho, também já discorrir sobre a própria aceitação. As duas são complicadas, difíceis, são completamente diferentes  e acontecem, normalmente, em períodos distintos.

Um sapato ideal, com alguns ajuste!


Sexta-feira passada, falei sobre roupas que podem facilitar a vida das mães de criança com Paralisia Cerebral. À noite, mesmo grupo do facebook que surgiu o assunto das roupas, apareceu, uma jovem com Paralisia Cerebral, com uma questão parecida, ela quer saber onde compra uma sandália que seja sem salto,que seja de amarra, confortável e da moda. Uma ótima ideia para a gente falar!!! 

Adolescente, namoro e sexualidade com os pais


        Hoje sai mais um capitulo da serie adolescência.
O jovem está buscando a sua identidade, o amor, o trabalho. Para isso, ele precisa adquiri liberdade. A liberdade é vista pelo o adolescente de dois jeitos; primeiro, pelos pais que dar uma liberdade sem limites, isso é, não dar a atenção que o jovem precisa e quer, é uma forma de abandono. O outro modo é a liberdade com limites, que estabelece cuidados, prudência, observação, contato afetivo constante, bate-papo, para ir conhecer o filho, saber as suas necessidades e as transformações.
Dentro do universo da adolescência, há a questão do namoro, da sexualidade, assuntos que deixam alguns pais confusos, cheios de duvidas, ficam perdidos. Se tratando de seres humanos, não temos uma cartilha falando o jeito certo, ideal, para educar, lidar, conviver com o outro, mas temos sempre sugestões, ideias, estudo.
Voltando ao tema, uma ideia para os pais lidarem com namoro, sexualidade, é conversar abertamente, compartilhada informação com os jovens, colocando limites. Assim há maior possibilidade dos jovens se sentirem seguros, aparados pelos pais. Já quando a sexualidade do adolescente é negada ou rejeitada pelos pais, o desenvolvimento de um autoconceito sexual fica prejudicado e, logo, os riscos de atividade sexual precoce ou perigosa são maiores.

Até mais,
bjo,
Carol 

A balada e o adolescente!



Hoje é terça-feira, vem ai mais um capitulo da serie adolescência. Tem um dilema que acho que todos os pais passam quando o filho está na adolescência, é a famosa saída, hoje em dia, conhecemos como balada.
Vem o dilema deixar ou não o filho ir para a balada? Qual a idade certa? São varias perguntas, questionamentos e acho que não há respostas certas, pois varia de adolescente para adolescente, de família para família.
 Acredito que têm uns pontos, essenciais, que os pais precisam olhar junto com o filho. O primeiro ponto é fundamental que haja dialogo, conhecer o adolescente, os amigos, chamar-los para dentro de casa, conversar com todos. Quando falo conversar com todos, não é interrogar, mas sim aquele papo descontraído e ai vai conhecendo com quem o filho está convivendo. Fazendo isso os pais já vão adquirir uma certa confiança no adolescente, pois já sabem o que são capazes ou não de fazer e ai tudo fica mais fácil ou menos difícil.
Vamos para o próximo passo, a balada, aqui o importante é procurar saber, com o filho, onde é, a censura é básico, para  saber se está apropriado para a idade. Um outro ponto é a hora de buscar, varia também com a idade, claro, pois não tem como deixar um adolescente de 14 anos, chegar em de uma balada as 5 horas da manhã. Então cabe aos pais colocarem um horário que eles achem adequado para o filho.
Isso tudo, mostrar para o adolescente que os pais estão preocupados, atentos e que o amam, coisas essenciais para qualquer adolescente.

Até mais,
bjo,
Carol 

Pais X Filhos, pais e filhos do mesmo lado!


        Vamos para o terceiro capitulo da serie sobre adolescência.
Na adolescência, os pais sentem dificuldades de colocar limites nos filhos, a autoridade e a hierarquia ficam perdida. Os jovens, nesse momento, discutem valores,  muita vezes, eles perdem as referências que até então eles tinham. Por isso acreditam que podem viver aventuras e ter novas experiências, conhecer outras culturas e outras.
 O adolescente discute o que está a sua volta, ele procura questionar mais o núcleo familiar, fazendo com que haja discussões entre os pais e filhos. É possível notar que muitos pais têm dificuldade de lidar com as contestações de seus filhos.Por isso é comum que as famílias virem alvo vulnerável para os conflitos. O adolescente quer e precisa de diálogo, de uma pessoa que o compreenda e o esclareça todas as transformações que vêm acontecendo com ele.  
A adolescência é a época em que o adolescente busca conhecer o mundo onde vive, fica desorientado no meio de coisas novas, como as transformações de seu corpo, é aqui que tudo começa, vem os pêlos, a menstruação, a voz engrossa, as espinhas aparecem e assim por diante.
O jovem questiona, quer descobrir novas coisas, ter novas experiências, conhecer outras culturas, mas ao mesmo tempo, ele está perdido, quer encontrar na figura dos pais o referencial de identidade. É na família que o adolescente entra em combate consigo, pois tem que encontrar quem ele é, enfrentando dúvidas e questionamentos.


Até mais,
bjo,
Carol 

Ela chegou: menstruação!


Vamos para o segundo capitulo sobre a serie adolescência. Um dos grandes marcos para a entrada na adolescência para as meninas, é famosa menstruação.
Quando a menina fica menstruada, parece que é o primeiro passo que  para entrar no mundo das mulheres. Aquela que até uns segundos antes era uma menina, agora é uma mocinha. Nesse momento, a mãe ou outra pessoa, de preferência alguém que tenha mais afinidade com a mocinha, a pessoa ensinar as primeiras loções básicas sobre a menstruação e, claro dar as boas vinda ao mundo é fantástico das mulheres.
 Esse mundo é fantástico, cheio de surpresas, um dia vem à famosa Tensão Pré Menstrual (TPM) que quase tudo vira lagrimas ou gritaria, ninguém agüenta ficar perto da gente, nem mesmo a gente, queremos fugir de nós mesmos. Depois vem a calmaria, ela chegou, tudo fica mais tranqüilo, voltamos a fazer as pazes com o mundo, o sorriso volta para as nossas faces.
 E quando ela não desce, algo está acontecendo, o que será?
 É estamos gerando uma vida dentro de nós, isso é fenomenal! Existe algo mais lindo no mundo que a vida? Somos nós responsáveis por gerar-la. Passamos nove messes sendo duas, e passamos o resto da vida amando essas vidas que colocamos no mundo, claro que com a ajuda de deus e dos nossos parceiros.

Até mais,
bjo,
Carol 


A “passagem” da infância para adolescência


        Hoje vou começar uma serie sobre adolescente e depois fazer um link com o adolescente com deficiência. Toda terça-feira vai ter um capitulo sobre adolescente. Hoje começo falando do inicio da adolescência.
A adolescência é resultado de uma situação social e histórica, característico da nossa sociedade ocidental moderna, em que o sujeito é responsável pela sua trajetória de vida e pelo lugar que ocupará. O processo da adolescência é fundamentalmente um momento lógico e não apenas cronológico, aqui acontecem as transformações corporais da puberdade e as novas exigências apresentadas ao sujeito, fazendo com que ele fique em um intenso trabalho psíquico. Um dos trabalhos psíquico são as mudanças do eu, pois antes ele era baseado pelas identificações da infância através das figuras dos pais.
Podemos perceber que a adolescência é basicamente um período em que as identificações e dos ideais da infância não existem mais. O sujeito agora tem que em busca na cultura de novas fixações para que possa se fazer operante. A adolescência envolve, respectivamente, o afastamento dos primeiros objetos de amor e um reencontro com esses nas novas relações que então se formam.
O adolescente precisa da atenção, do amor dos pais porque senão ele vai achar que está desamparado, o que o leva a experimentar momentos de uma angústia. Ele precisa de referências que os auxiliem a passar as identificações e idealizações da infância para adolescência,  pois, muitas vezes, ele se sente impossibilidade de sustentar a função desejante.

Até mais,
bjo,
Carol 

Escola é para a construção e não para a desconstrução!


      Estamos vendo que as escolas estão cada vez mais deixando de ser aquele lugar que é cuidado e respeitado por todos, o "Templo do Saber", como algumas pessoas falam.
 As escolas não estão conseguindo deixar para fora dos seus muros a criminalidade,a violência, a confusão das relações interpessoais de um mundo individualista, o desrespeito às leis, o tráfico de drogas e o consumismo desacerbado. Cada dia tem uma matéria nova no jornal, falando de alguma tragédia nas escolas.
 E ai, se a escola é o "Templo do Saber", as crianças e os jovens estão aprendendo o quê?
 A sociedade está  formando  crianças e jovens para continuar ou até para piorar a sociedade de hoje. Sendo assim, vamos falar francamente, não estamos formando  crianças e jovens, seres humanos, mas sim seres perversos, sem nenhuma estrutura.
Não sei quem é o culpado, não sei nem se tem culpado, isso pouco importa agora, pois nesse momento precisamos retomar as escolas, que sempre foram o "Templo do Saber", aquela que forma, ensina, ajuda as crianças e os jovens, enfim um espaço de construção e não de desconstrução!


Até mais,
bjo,
Carol 

Dialogo com os filhos na adolescência


A frase da adolescência, é uma etapa onde o jovem ainda tem que amadurecer, para isso ele precisa da ajuda e atenção dos pais. Então é essencial os pais saberem que quando a criança entra na adolescência, ela não é um adulto igual aos pais.
O adolescente busca novos desafios, quer conhecer coisas novas, alguns acham as drogas, outros provocam a morte, através dos esportes radicais, já outros buscam o corpo perfeito e claro vários outros ficam doentes.
Aqui a gente percebe que o jovem se encontra perdido, porque ele já não é criança, porém também não é ainda adulto, o que muito pais acreditam. A ajuda e atenção dos pais nesse momento são fundamentais. Os pais precisam aprender a abdicar, às vezes, e a ouvir o que seu filho diz. Ouvir não é fazer a vontade, mas sim conversar, pondera e negociar. Esse jeito, é uma maneira dos pais ajudarem o jovem a crescer, buscar a sua de autonomia.
O adolescente não quer e não pode ser tratado como adulto. Ele quer e precisa ser visto com uma pessoa que ainda tem necessidades, orientações, atenção, amor e muito dialogo.

Até mais,
bjo,
Carol 

O seriado Glee está trabalhando com inclusão


Mais um seriado para adolescente, com um personagem com deficiência. O seriado Glee agora tem em seu elenco uma atriz, Lauren Potter, com Síndrome de Down. Eu que falei há alguns posts atrás que a televisão não olhava para os jovens com deficiência, e agora temos dois seriados trabalhando com esse publico.
Nunca parei para assistir Glee, mas pelas informações, eu achei melhor do que o seriado, Malhação, pois ele trouxe, de fato, uma adolescente com Síndrome de Down. Tem varias coisas interessantes nesse fato, primeiro os jovens com deficiência vão se identificar com aquele personagem, é claro que aqui eu estou falando de adolescente que procura na televisão certas identificações, a gente sabe disso, tem criticas sobre isso, mas é uma característica da nossa sociedade.
Segundo, os adolescentes vão ter a oportunidade de olhar, perceber que há no mundo pessoas com deficiência, e aprender a lidar com isso, lógico que estou pensando nesses pontos, supondo que a televisão vai fazer um bom trabalho, afinal era é, infelizmente ou felizmente, uma grande influencia para as pessoas em geral.
Um ultimo e para mim o melhor ponto positivo, é ter uma adolescente com Síndrome de Down trabalhando, seguindo sua vida, não colocando a deficiência como limitador. É um exemplo de inclusão.

Até mais,
bjo,
Carol 


Adolescentes com Paralisia Cerebral


Eu fiz alguns posts falando sobre adolescência, falei dos programas de televisão que não aborda muito o tema de adolescente com deficiência. Depois fiz outro post falando que o programa Malhação trouxe para  a trama um jovem com deficiência visual e um outro que sofre um acidente e está em uma cadeira de rodas, eu não sei se ficou paraplégico, tetraplégico ou é provisório, milagre de novela.
Voltando ao assunto, vou me especificar, pensando na Paralisia Cerebral, onde estão esses jovens? Eu conheço e acompanho varias mães de crianças com Paralisia Cerebral, mas não mães de adolescentes ou eles próprios. Estou com uma ideia que surgiu ontem com a Lucia, minha fono, de começar uma pesquisa sobre os adolescentes com Paralisia Cerebral.
Porque a gente sabe que a inclusão está caminhando, mas falando fracamente a inclusão esqueceu das crianças e dos jovens com Paralisia Cerebral. Sinceramente a Paralisia Cerebral ainda é um tabu para a sociedade. Precisamos mudar isso, as pessoas com Paralisia Cerebral precisam aparecer mais.

Até mais,
bjo,
Carol 
 

Malhação, o papel foi inspirado em uma pessoa que é deficiência visual


Como já disse aqui no blog, o programa Malhação da Rede Globo está com um personagem com deficiência visual. Já era hora de colocar adolescentes com deficiência na televisão, aleluiaaaa!
 Vou contar agora um pouco dos bastidores, pois acho que vale a pena.
 O ator que interpreta o personagem com deficiência visual, passou alguns dias na casa de Fernando, que é a pessoa que inspiram o personagem. O ator acompanhou Fernando em diversas atividades do dia a dia, observou o comportamento, o modo de usar a bengala, foram ao cinema, a um almoço de família, enfim o ator pode olhar de perto como é que é ser um deficiente visual.
Esta vivencia é essencial, pois a gente não capaz de imaginar como é ser um deficiente, gostei de saber que o ator passou por esta experiência, isso trás a fantasia para mais perto da realidade.

 Eu quando soube que o papel foi inspirado em uma pessoa que é deficiência visual e que estudou teatro na escola, pensei; porque ele não está fazendo o personagem? Mas logo veio a resposta, ele fez sim o teste, porém não passou.

Até mais,
bjo,
Carol 

Malhação


Outro dia fiz um post falando dos adolescentes com deficiência, Os adolescentes com deficiência.

Comentei que os programas de adolescentes, não têm nenhum jovem com deficiência. Dei o exemplo do seriado da Rede Globo, Malhação, que é especifico para adolescentes e eles simplesmente ignorava o fato que sim jovem com deficiência no mundo. Mas parece que as coisas estão mudando, fiquei sabendo que a nova temporada da Malhação vai ter um adolescente com deficiência visual.

Agora, vamos ver como vai ser! Quando começar, eu venho comentar.

 

Até mais,
bjo,
Carol 

Os adolescentes com deficiência


Outro dia coloquei um texto no site, http://www.meufilhodeficiente.com.br/, falando sobre a adolescência, O adolescente com deficiência também é jovem.
O texto relata que a adolescência, é uma fase de transição entre a infância e a idade adulta, que todas as pessoas passam por isto. Eu falo todas as pessoas, porque parece que as pessoas com deficiência não têm lugar nessa etapa da vida.
 Quando fiz este texto para o site, conversei sobre o assunto com a Lucia, minha fono, e a gente percebeu um enorme buraco na região dos adolescentes com deficiência. Cadê esse pessoal?
Na televisão, nos programas de adolescentes, como por exemplo, Malhação, não tem nenhum jovem com deficiência, isso um absurdo! Perguntei para minha irmã de 14 anos, auge da adolescência, se algum programa que ela gosta, tem adolescentes com deficiência, a resposta dela foi que não.
Há momentos, com esse, que tenho a impressão que a inclusão não passa de uma hipocrisia. Eu acredito na inclusão, mas vamos sair do papel!
Por que programa Malhação não coloca na sua historia personagem com deficiência? Estou falando do programa Malhação, porque é o que eu conheço.
 Jovens com deficiência também são adolescentes e têm as mesmas necessidades como qualquer outro.



Até mais,
bjo,
Carol 

A pessoa com deficiência mental e a sua sexualidade


A pessoa com deficiência mental tem, como qualquer outra, necessidade de expressar seus sentimentos.
 Não é indicado reprimir a sexualidade dessa pessoa, pois a sexualidade é uma função natural, em todos os seres humanos. Mas infelizmente é comum as famílias não aceitarem que a pessoa com deficiência mental tem sexualidade, elas fazem isso, porque não sabem lidar com o assunto, é algo pouco falado. Por isso é fundamental que cada vez mais a gente aborde esse tema.
Quando a sexualidade é tratada de uma forma natural, sem fingi que ela não existe, ela melhora o desenvolvimento afetivo, promove a habilidade de se relacionar e a adaptação à sociedade.
Hoje em dia com a inclusão as pessoas com deficiência mental leve e moderada vivem integrados na comunidade, por isso estão como qualquer outra pessoa expostos a riscos, liberdades e responsabilidades. Então essas pessoas, também precisam saber das transformações físicas e sociais que acontece durante a adolescência.
Por isso os jovens devem entender tudo que for possível sobre sexualidade. Afinal eles estão vivendo em uma sociedade.






Até mais,
bjo,
Carol 

Meia Noite Em Paris – filme para os adolescentes e adultos!




        Ontem dei uma dica de filme para as crianças, e falei que hoje ia dar uma dica para os adolescentes. Afinal eles também estão de férias e é um programa que os jovens adoram.
O filme Meia Noite Em Paris é uma comédia romântica, sobre uma família que vai a Paris à trabalho. A história também tem um jovem casal de noivos que é forçado a confrontar a ilusão de que uma vida diferente do seu estilo de viver pode ser melhor. Meia Noite Em Paris é dirigido pelo Woody Allen e o roteiro também.
Parece que é um filme bom para ir assistir em um dia de semana à tarde, pois é engraçado, tem uma história legal e não deixa de ser uma declaração de amor do diretor a Paris.
É um filme para os adultos também.

 Fica ai a dica!

Até mais,
bjo,
Carol 

Percebendo que é portador de necessidade especial!


Quando a criança é portadora de necessidade especial, ela quase não percebe que é diferente ou acredita que é passageiro, isto é, que um ela vai deixar de ter a deficiência. Bom, foi assim que eu pensava, achava que ia ficar “BOA”.
A criança cresce, começa a adolescência, quer se situar no mundo, está si transformando fisicamente e emocionalmente, está conquistando sua identidade, enfim quer si conhecer.
 É ai que a pessoa começa a interrogar o que têm de diferente! Neste momento ela vai querer, solicitar e precisar de explicações, a  pessoa vai questionar a vida dela, o fato de ser diferente. É aqui que o adolescente vai descobrir que tem necessidade especial, esse é um momento que os pais, educadores, profissionais envolvidos precisam está perto, ao lado, do jovem para orientá-lo da melhor maneira possível.
Lembrando sempre que é um adolescente e que tem tudo que qualquer adolescente tem!


Até mais,
bjo,
Carol 

Falar com filho sobre sexualidade!

Eu já falei aqui sobre o assunto que vou trabalhar hoje aqui novamente no blog, é realmente difícil, mas precisamos, né pais?
 A sexualidade do filho com alguma necessidade especial, isso mesmo! A pessoa  com deficiência não perde a "humanidade" de qualquer jovem ou adulto. O que difere essa pessoa das outras é apenas pelas limitações físicas, psíquicas, motoras. Nós não podemos excluir ninguém do direito à sua sexualidade, pois pessoas que andam de cadeira de rodas, que têm síndrome de down ou qualquer outra limitação, sentem desejos, vontades, por isso todos nós construímos reações de afeto.
No entanto é difícil para a sociedade e para os pais aceitarem que a pessoa com necessidades especiais ou o filho também tem sexualidade. Claro que é compreensível o medo, a preocupação, a proteção dos pais, porque há muita promiscuidade, especialmente os pedófilos, que aproveitam da ingenuidade de pessoas com determinadas limitações, sobretudo mentais, para fazer seu aliciamento.
Os pais podem estabelecer o vínculo, orientar e construir na família uma relação de confiança. É isso mesmo abrir todas as cartas, conversar com o filho, caso isso seja muito difícil para os pais, deve procurar um especialista para orientar de como lidar com a situação. Fundamental também é levar a filha ao ginecologista, afinal esse medico não está só relacionada à prática do sexo, mas também com o cuidado com a saúde e com o ser mulher.
Não é assunto fácil, porem não podemos esconde-lo embaixo da cama!


Fonte: Artigo - Como falar de sexo com filhos com deficiência ou autismo?


Na próxima sexta-feira vou falar sobre masturbação, polemico?

Até mais,
bjo,
Carol 


" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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