O prazer no outro

Acredito que uma das fases mais complicadas na vida de uma pessoa portadora de necessidades especiais é a adolescência, claro que esse período é difícil para todos.
 A adolescência é a transição entre a infância e a idade adulta, assim essa fase caracteriza-se por alterações em diversos níveis - físico, mental e social. o sujeito vai começar a ter novos interesses, desejos, novas descobertas, ou seja, ele começa a se despertar para um outro mundo. Uma das descobertas mais importante na adolescência é o sexo, é encontrar o prazer no outro e não só mais em nós mesmo. É ai que vamos dá mais importância ao outro, esse vai se tornar fundamental nas nossas vidas. Então agora a gente começa querer ir para “balada” para “ficar”, afinal esse é o nosso novo prazer. O nosso olhar para o outro, na adolescência, é apenas para carcaça, aparência, pouco importa se ele chato ou legal, ele tem que ser da moda, bonito.
 A pessoa portadora de necessidades também passa pela adolescência, descobre também o sexo, o nosso prazer também está no outro. No entanto algumas famílias, alguns profissionais e pessoas em geral acham que as pessoas portadoras de necessidades são assexuadas, que não têm desejos e necessidades físicas.
 A pessoa que tem alguma deficiência, é um ser humano que também tem suas vontades, ela tem a sua subjetividade. Esta pessoa quer, pode e deve sentir prazer com a vida, com outro, quer amar e ser amado. Há necessidade de olhar mais para a sexualidade do jovem portador de necessidades, pois todos nós a temos, isso é fato.
 Não adianta esconder, fingir que o sexo não existe, para que? Por que a pessoa portadora de necessidades não pode fazer sexo?
É mais fácil deixar o jovem portador de necessidades sofrer calado!!

Até mais,
bjo,
Carol 

1 comentários:

Felipe

EU NUNCA SOFRI PORQUE SEMPRE AMEI VOCE MESMO QUANDO CRIANCA, MEU CORACAO SEMPRE TEVE ALEGRIA DE UM AMOR VERDADEIRO

AMO VOCE CA

" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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