Equilíbrio entre a tecnologia e a natureza


      Hoje em dia com a tecnologia, fazendo cada vez mais videogames, computadores, joguinhos mais fascinantes, as crianças têm saído menos de casa. Não quero criticar o avanço da tecnologia, até porque eu adoro, é tudo de bom, um computador zero bala, aqueles videogames viciantes.
 Mas tem outras coisas neste mundo que as crianças precisam conhecer e aproveitar, que é a natureza. Com é bom para toda a família, fazer passeios “naturais”, ir a parques, praças, bosques, praias, cachoeiras e assim por diante. Ficar olhando as borboletas, os pássaros, as plantas, enfim curtir, admirar a vida da natureza.
Acho que para as crianças é importante que os tenham o equilíbrio, permita os videogames, o computador, pois eles fazem parte da nossa realidade, querendo ou não. Mas também apresente a beleza  da vida da natureza, ela também faz parte da nossa realidade e é a fantástica, maravilhosa.
 

Até mais,
bjo,
Carol 

Zeca Pagodinho - verdade





Desejo a todos um ótimo final de semana!


Até mais,
bjo,
Carol 

Deficiência física é uma coisa e deficiência intelectual é outra coisa! A falta de informação leva ignorância que gera o desrespeito!


As pessoas ainda confundem deficiência física com deficiência intelectual, não sei por quê!
 Sexta-feira passada, fui a Belo Horizonte, ver uns grandes amigos.
Fui de Webjet; até eu entrar no avião, o atendimento foi normal, uma pessoa me acompanhou até a aeronave, sem nenhum problema. Na hora em que a aeromoça, jovem, me viu, eu senti um certo incômodo por parte dela, mas achei que podia ser impressão! O vôo de São Paulo a Belo Horizonte não chega a 1 hora, porém eu dei uma cochilada, afinal não tinha o que fazer. Estava sozinha e, outra, não tenho a menor paranóia de avião.
No final dessa grande viagem, comecei ouvir uma conversa entre a aeromoça e uma passageira; detalhe, a aeromoça estava praticamente na minha frente. Vale a pena descrever o local para facilitar a compreensão do leitor. Eu estava sentada na primeira fileira, na poltrona do corredor. Do meu lado, também na poltrona do corredor, estava a passageira que conversou com a aeromoça, que estava sentada em seu lugar, de frente para ela. Ou seja, praticamente de frente para mim também. Portanto, eu estava em condições de ouvir toda a conversa. Quando me dei conta, o assunto era eu! Elas estavam chocadas com o fato de eu estar viajando sozinha, que absurdo! Eu, na hora,  fiquei pasma, não acreditei que estava ouvindo aquilo. Eu olhava para elas e elas continuavam com o assunto, que foi esse:
Passageira: " Eu achei que aquela moça que veio acompanhando ia viajar com ela...
Aeromoça: " Quando eu vi, eu fiquei sem reação. Se acontecer alguma coisa, quem vai correr risco de vida para salvar?
Passageira: É um absurdo! Como deixam uma pessoa dessas viajar assim sozinha? As empresas poderiam exigir um acompanhante. 
Eu me arrependo de ter ficado quieta. Elas mereciam escutar, porque a falta de respeito foi grande. Não foi a primeira vez que viajo sozinha e não vai ser a última. Até espero encontrar essas duas novamente. Teremos muitos assuntos a conversar...
Outro dia, falei, no Twitter, que a  sociedade vive em círculos: não tem educação, logo vem a ignorância que gera o preconceito!  Falta muita informação e sobra muito desrespeito. 
Vergonhoso para essa companhia aérea ter um profissional tão desqualificado entre seus funcionários. Vergonhoso...


Até mais,
bjo,
Carol 

Terapia Ocupacional com a Laís, sensacional!


Estou fazendo uma serie de post sobre a minha convivência com a minha sobrinha. O meu objetivo é mostrar como só faz bem para a criança conviver com uma pessoa com deficiência e com a inclusão.
Hoje vou contar sobre a Terapia Ocupacional que a Laís, minha sobrinha, faz comigo. Outro dia eu e a Laís estávamos brincando com umas fadinhas. Depois de um tempo ela começou a guardar, as fadinhas ficam em tubo, eu fui guardar também. A Laís segurou o tubo para eu colocar a fada lá dentro, eu demorei um pouco para acertar o buraco, então a Laís falou: vai Carol, você consegue! Quando eu consegui, ela disse: e Carol, muito bem, conseguiu!
Incrível, não é?

Essa é a Terapia Ocupacional mais gostosa que eu já fiz em toda a minha vida e emocionante!



Até mais,
bjo,
Carol 

Inclusão e Lei de Cotas X Educação e Mercado de Trabalho Por que estão em lados opostos?


Estava lendo um texto no site Vida Mais Livre, interessante. O texto fala da bendita lei de cotas, falo bendita, porque é muito mal feita, ela pensa apenas em numero, em massa. Justamente por isso o texto mostra que uma pesquisa realizada pela empresa especializada em inclusão de pessoas com deficiência, i.Social, com 800 pessoas, mostrou que 84% destes profissionais ocupam posições operacionais, como assistente administrativo e telefonista. "São cargos de entrada, pouco atrativos, com baixo grau de responsabilidade e tomada de decisão", aponta o diretor da i.Social, Danilo Al Makul.
 Fica claro com essa informação que o mercado não está nem um pouco interessado na inclusão. Ele quer tentar apenas jogar a poeira para de baixo do tapete, achando que assim vai resolver o problema ou melhor sabem que isso não é a solução, mas acreditam que estão enganando as pessoas com deficiência. 
No texto fala que tem pessoas com deficiência qualificadas que não conseguem encontrar oportunidades compatíveis com o seu perfil, bem como pessoas que dizem não possuir possibilidades de crescer e prosperar dentro das organizações. Falei do texto, mas nem precisa eu me apoiar em textos, estudos ou pesquisa, pois eu vivi essa situação, sei bem como é o pensamento das empresas.
 As empresas acreditam que as pessoas com deficiência não são qualificadas, realmente nesse ponto, a gente tem que parar e olhar para a educação. O que têm de pessoas com deficiência fora das escolas e faculdades, é um absurdo! Temos, de fato, que olhar primeiro para a educação, visando o futuro, o mercado de trabalho, está tudo ligado, não é possível pular etapas.
 Mas tem sim pessoas com deficiência qualificadas para o mercado de trabalho, não sei se a maioria ou a minoria, isso agora pouco importa. A questão agora é, o sistema de lei de cotas está errado, não tem como uma empresa selecionar cargos para pessoas com deficiência, isso não é inclusão!

Até mais,
bjo,
Carol 

Escola é para a construção e não para a desconstrução!


      Estamos vendo que as escolas estão cada vez mais deixando de ser aquele lugar que é cuidado e respeitado por todos, o "Templo do Saber", como algumas pessoas falam.
 As escolas não estão conseguindo deixar para fora dos seus muros a criminalidade,a violência, a confusão das relações interpessoais de um mundo individualista, o desrespeito às leis, o tráfico de drogas e o consumismo desacerbado. Cada dia tem uma matéria nova no jornal, falando de alguma tragédia nas escolas.
 E ai, se a escola é o "Templo do Saber", as crianças e os jovens estão aprendendo o quê?
 A sociedade está  formando  crianças e jovens para continuar ou até para piorar a sociedade de hoje. Sendo assim, vamos falar francamente, não estamos formando  crianças e jovens, seres humanos, mas sim seres perversos, sem nenhuma estrutura.
Não sei quem é o culpado, não sei nem se tem culpado, isso pouco importa agora, pois nesse momento precisamos retomar as escolas, que sempre foram o "Templo do Saber", aquela que forma, ensina, ajuda as crianças e os jovens, enfim um espaço de construção e não de desconstrução!


Até mais,
bjo,
Carol 

Cardápio é brega, gosto e engordativo!


Dia de blogagem coletiva, sobre alguma comida brega que é uma delicia!
 Eu fiquei dias pensando em algo que eu goste e que é brega. Tem tanta comida brega deliciosa e que a gente fingi que não come, não gosta!
Eu hoje vou colocar o meu lado brega para fora.
Sabe o que eu amo?
 Amo uma festa de criança, com risole, coxinha, cachorro quente, brigadeiro e cajuzinho. 








Não são comidinha gostosinha para de vez enquanto?

Até mais,
bjo,
Carol 


Roda, Roda inclusiva!


Eu, de fato, não sei porque as pessoas ainda vão contra a inclusão, ela só faz bem para a sociedade! Vou contar em alguns posts, algumas historias sobre minha sobrinha, Laís, dois anos, comigo, para gente ver como a inclusão é incrível!
A Laís está naquela fase em que ela quer brincar de Roda, Roda. Então está todo mundo na sala conversando, vem a Laís e grita: vamos brincar de Roda, Roda! Todos levantam e eu fingiu que não ouvi, não levanto e ninguém me chama. A roda já pronta, eu calada, e a Laís me acha com olhar e fala: a Carol, Carol vem brincar, vem Carol! Alguém vem me ajudar e ela vem ajudar também e ela que tem que segurar a minha mão na brincadeira! Não acabou por ai, quando a musica acaba, eu também tenho que sentar no chão, como todos! A Laís dá gargalhada!
Ninguém ensinou nada disso para, a Laís simplesmente percebeu que eu preciso de ajuda e que faço algumas coisas diferentes, mas ela trata isso com naturalidade e amor. Inclusão é isso!

Semana que vem, tem mais Laís, eu e a inclusão.

Até mais,
bjo,
Carol 

Vagas reservada para cadeirante em casas de shows!


Ontem, o meu post foi sobre a acessibilidade nas casas de show. Me perguntaram no Facebook sobre as vagas reservada para cadeirante em casas de shows.

Eu li pouco a respeito, mas pelo o que entendi, é uma lei que garante a todo portador de deficiência, que necessite de cadeira de rodas, o ingresso gratuito  para ele e para o seu acompanhante em eventos culturais, esportivos e de entretenimento. Eu entendi então que as casas shows vão ter um lugar especial para a pessoa com deficiência e um acompanhante, estou certa?

Caso seja isso mesmo, eu sou contra, calma, vou explicar.

Primeiro, é realmente bem mais fácil fazer apenas um espaço com acessibilidade, do que a casa toda! Segundo item, qualquer pessoa tem o direito de escolher aonde quer sentar, no meio ou perto, longe do palco, sei lá, cada um com a sua mania! Terceiro, já falei ontem, você não está ali apenas pelo show, mas também para conversar, rir, brincar, cantar junto, dançar, enfim para ficar junto da turminha!

Então acredito que essa lei é para encobrir o erro para ficar mais fácil. É aquela velha mania de pular etapas, não querem corrigi o erro que está na raiz, na base, pois dá muito trabalho!

 

Só para ficar claro, estou falando de casas shows, não é de mega show como o Rock in Rio, Madonna, Katy Perry, U2 e outros. Acho sim que esses grandes eventos têm que um lugar especial para a pessoa com deficiência, porque se não fica impossível.

 Eu fui ao show da Madonna, no estádio do Morumbi, tinha um lugar especial, achei muito bom, a localização é perfeita e espaço é bom.


Até mais,
bjo,
Carol 

A acessibilidade nas casas de show ainda tem falhas!



Sábado passado, fui ao show do Emmerson Nogueira, muito bom. O show foi em Alphaville, na casa de eventos e shows, Skyline.
Eu, logicamente, reparei em algumas coisas no requisito acessibilidade, vamos então ao assunto. Primeiro, perguntamos sobre vagas para pessoa com deficiência, mandaram estacionar em uma que era perto da entrada, bem perto, porém não tinha o símbolo de deficiente, ou seja, não sei se foi sorte ou se eles realmente separam aquela vaga para pessoa com deficiência. Espero que seja a segunda opção!
 Continuando, a casa tem um piso superior, eu não subi, mas vi que tem escada e elevador. Essencial, ponto para eles!
 Eu fiquei nas mesas, mais ou menos no centro, para chegar é preciso andar de lado, com cuidado para não esbarrar nas outras mesas, isto é, não tem muito espaço entre as mesas para passar. Pensei, uma pessoa com cadeira de rodas, vai ficar com dificuldade de chegar na mesa. Pode ser que eles tenham um lugar reservado, mas  ai entra uma outra questão, normalmente quando tem lugar reservado, eles só permitem um acompanhante, e ai se você está com mais gente, você não quer se separar. Até porque você não está ali apenas pelo show, mas também para conversar, rir, brincar, cantar junto, dançar, enfim para ficar junto da turminha! É totalmente viável que estas casas de show, diminuem o número de mesas e deixem um espaço para a passagem de cadeira de rodas!
No final do show, fui ao banheiro e adivinha? Não tinha nenhuma cabine para pessoa com deficiência! Eu não perguntei se tinha em outro lugar da casa, estou falando apenas do que eu vi!
Apesar das grandes falhas que ainda temos, acho que acessibilidade tem sim melhorado e outra, as pessoas com deficiência estão saindo mais de casa. Isso ajuda as pessoas a pensar mais nessas questões!

Até mais,
bjo,
Carol 

Escola inclusiva é necessário e possível!


        Inclusão, as escolas, as pessoas, acreditam que basta ter alunos com deficiência na sala de aula e pronto. Sendo assim, não precisa olhar para a deficiência, para necessidade, porque para as escolas todos os alunos são iguais.
Pensando desse jeito, é claro que os resultados vão ser catastróficos, pois se a gente for pensar, em uma corrida entre os alunos, aparentemente, sem deficiência e os alunos com deficiência, é lógico que a probabilidade dos alunos sem deficiência ganhar é maior. Isso porque não é possível desenvolver o potencial de uma criança sem oferecer a ela as ferramentas necessárias.
 É preciso que tenha um ensino adequado às diferenças e às necessidades individuais, os professores devem estar habilitados para atuar de forma competente junto aos alunos inseridos. Mas ainda falta formação dos educadores das classes regulares para atender às necessidades educativas especiais.
 Quando as escolas estiverem preparadas, olhando para a inclusão de verdade, sem tentar atropelar! os alunos com deficiência terão condição de acompanhar as aulas como qualquer outro aluno.

Até mais,
bjo,
Carol 

Rock In Rio 2011 - COLDPLAY ♫ Viva La Vida





Um maravilhoso final de semana!!!

Até mais,
bjo,
Carol 

Aproveitar em casa!


Sexta-feira, que delicia!

 É um dia bom para fazer um programa, encontrar os amigos, relaxar e se divertir. Que tal fazer isso tudo em casa?  Convidar os amigos, fazer algumas comidinhas, uma boa musica, é uma boa pedida!
Como o blog tem o foco principal à pessoa com deficiência, essa ideia é excelente, para quando a pessoa estiver a fim de se divertir, mas não quer procurar um lugar com acessibilidade, quer algo mais cômodo.
Na verdade, tem dias que todo mundo quer o conforto de casa, a privacidade. E outra, é muito bom, às vezes, receber pessoas queridas em casa.
 Espero que aproveitem o final de semana!

Até mais,
bjo,
Carol 

Nem 8 nem 80!



        Li no blog Deficiente Ciente, a historia de um pianista que é deficiente visual.
Nobuyuki Tsujii, tem um grande talento para a música, desde pequeno ele toca Jingle Bells em seu pianinho, após ouvir sua mãe cantando a musica. Começou os estudos de piano com quatro anos. Hoje Nobuyuki Tsujii é um pianista e compositor japonês. Sua carreira começou cedo, aos sete anos ganhou o primeiro prêmio na música de Associação Japonesa Helen Keller para estudante deficiente visual. Depois com dez anos, estreou com a Orquestra de Osaka. O seu primeiro recital de piano foi aos doze anos, no salão pequeno da Suntory Hall em Tóquio. E assim foi Nobuyuki Tsujii, hoje faz maior sucesso, seu taleto é incrível!
 Eu trouxe a historia do Nobuyuki Tsujii aqui no blog para gente começar a quebrar paradigmas. Primeiro, eu mesma, comecei o texto errado, pois a primeira informação que dei foi que o pianista era deficiente visual. Chamei a atenção para a sua deficiente, que a gente percebe com a historia que a deficiência é apena uma característica dele, diante dessa historia.
Mas por outro lado, quando chamo a atenção para a deficiência, estou mostrando que a vida de uma pessoa com deficiência não é muito diferente das outras pessoas. É claro a pessoa com deficiência tem uma serie de problemas, obstáculos, não estou jogando a poeira para debaixo do tapete. No entanto, o meu objetivo neste texto é simplesmente dizer que a deficiência não está em primeiro e nem em ultimo lugar na vida da pessoa com deficiência e de seus familiares, ela não é uma sentença!



Até mais,
bjo,
Carol 

Dia das crianças


Amanhã dia das crianças! Vou colocar o primeiro poema que li e que eu adorei.
                                         
Ou Isto ou Aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!

Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!

Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.

É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!

Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.

Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!

Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.

Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.














Cecília Meireles











Um fantástico dia das crianças para todos, aproveite!


Até mais,
bjo,
Carol 

Dialogo com os filhos na adolescência


A frase da adolescência, é uma etapa onde o jovem ainda tem que amadurecer, para isso ele precisa da ajuda e atenção dos pais. Então é essencial os pais saberem que quando a criança entra na adolescência, ela não é um adulto igual aos pais.
O adolescente busca novos desafios, quer conhecer coisas novas, alguns acham as drogas, outros provocam a morte, através dos esportes radicais, já outros buscam o corpo perfeito e claro vários outros ficam doentes.
Aqui a gente percebe que o jovem se encontra perdido, porque ele já não é criança, porém também não é ainda adulto, o que muito pais acreditam. A ajuda e atenção dos pais nesse momento são fundamentais. Os pais precisam aprender a abdicar, às vezes, e a ouvir o que seu filho diz. Ouvir não é fazer a vontade, mas sim conversar, pondera e negociar. Esse jeito, é uma maneira dos pais ajudarem o jovem a crescer, buscar a sua de autonomia.
O adolescente não quer e não pode ser tratado como adulto. Ele quer e precisa ser visto com uma pessoa que ainda tem necessidades, orientações, atenção, amor e muito dialogo.

Até mais,
bjo,
Carol 

Final de semana de pais e filhos!


        Quarta-feira é o dia das crianças!
 Tem muita gente que fala que o dia das crianças é igual dia das mães, dia dos pais e assim por diante, um dia para o comércio lucrar mais. Concordo com isso, mas vamos pensar de um outro modo! Esquece que tem que comprar presente, é claro que quem quiser comprar, compra, não quero entrar nesse mérito.
Aqui o que quero falar é da atenção, já que é dia das crianças, que tal dá uma atenção mais especial para os filhos?
 Hoje é sexta-feira, parece que o tempo vai ficar bom, sol.
 É uma ótima oportunidade para ter um final de semana entre pais e filhos, momento que não tem preço. As crianças precisam disso, é essencial para elas, e outra, para os pais esses momentos também são especiais, importantes e inesquecíveis. Fica ai minha dica para o final de semana, final de semana de pais e filhos.

Até mais,
bjo,
Carol 

Steve Jobs e uma nova sociedade?


Steve Jobs durante a Apple Expo em Paris, na França, em 1998  Foto: AFP

Steve Jobs que fundou a Apple em 1 de abril de 1976, faleceu ontem, 05/10/2011.
Steve Jobs começou a lutar contra um câncer no pâncreas em 2003, fez uma cirurgia para remover o  tipo raro de câncer. A cirurgia na época, foi um sucesso. Alguns anos depois ele teve que fazer um transplante de fígado, por isso ficou afastado da companhia que fundou ao lado do engenheiro Steve Wozniak por vários meses. Mesmo com o afastamento Steve Jobs continuou tomando as decisões da empresa.
 Não há como negar, Steve Jobs foi fundamental para a mudança do mundo na área da tecnologia. Hoje a gente olha para o lado e vê um iPhone, um não, milhares. Esse aparelho dominou as pessoas, pois ele é fascinante, qualquer um fica horas mexendo, tem e tudo e para todas as idades. Até minha sobrinha de 2 anos gosta! Você está conversando com uma pessoa, o  iPhone com certeza vai estar no meio.
 Não estou criticando, até porque eu também gosto, mas acho que o Steve Jobs está criando uma nova sociedade, ele simplesmente juntou o real e virtual, hoje é difícil fazer essa distinção. Steve Jobs morreu, mas ele deixou marcas, que ainda não sabemos aonde vai dá!

Até mais,
bjo,
Carol 

O seriado Glee está trabalhando com inclusão


Mais um seriado para adolescente, com um personagem com deficiência. O seriado Glee agora tem em seu elenco uma atriz, Lauren Potter, com Síndrome de Down. Eu que falei há alguns posts atrás que a televisão não olhava para os jovens com deficiência, e agora temos dois seriados trabalhando com esse publico.
Nunca parei para assistir Glee, mas pelas informações, eu achei melhor do que o seriado, Malhação, pois ele trouxe, de fato, uma adolescente com Síndrome de Down. Tem varias coisas interessantes nesse fato, primeiro os jovens com deficiência vão se identificar com aquele personagem, é claro que aqui eu estou falando de adolescente que procura na televisão certas identificações, a gente sabe disso, tem criticas sobre isso, mas é uma característica da nossa sociedade.
Segundo, os adolescentes vão ter a oportunidade de olhar, perceber que há no mundo pessoas com deficiência, e aprender a lidar com isso, lógico que estou pensando nesses pontos, supondo que a televisão vai fazer um bom trabalho, afinal era é, infelizmente ou felizmente, uma grande influencia para as pessoas em geral.
Um ultimo e para mim o melhor ponto positivo, é ter uma adolescente com Síndrome de Down trabalhando, seguindo sua vida, não colocando a deficiência como limitador. É um exemplo de inclusão.

Até mais,
bjo,
Carol 


Criatividade é algo essencial nos tratamentos!


Ontem fiz um post sobre um novo tratamento que é realizado com apoio de videogame com sensores de movimento. Falei que achei o máximo porque é uma maneira lúdica para fazer fisioterapia, afinal quem não gosta de videogame!
Uma mãe comentou, no Facebook, que o seu filho tinha feito este tratamento e que ele adorava, por isso ganhou um videogame. Quando eu esse comentário, lembrei de uma época em que a minha fisioterapeuta teve uma brilhante ideia. Ela me botou para andar de patins. Nossa, patins era moda, eu fiquei encantada, amei a ideia, gostava de ir para a fisioterapia para andar de patins. Assim a fisioterapeuta conseguia os objetivos dela comigo, acho que era treinar marcha, controle de tronco e equilíbrio, e eu me divertia. Claro que também ganhei um patins!
Não basta ser fisioterapeuta, teor, fono, tem que participar, criar atividades dentro da realidade da criança, tornar aquela sessão mais agradável. Pensar que a criança é em primeiro lugar criança!
 
Até mais,
bjo,
Carol 
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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