Leitura,
um dos melhores livros que eu já li, bem escrito, rico em informações, cultura geral,
envolve o leitor, enfim é sensacional!!!!!!!!!!
Já terça-feira, eu falei de brincar de
maneira geral, de mais trabalho que estou fazendo. E hoje pesquisador na internet,
li uma dica bem legal para criança com paralisia cerebral severa, brincar.
Crianças com deficiência na sala de aula parecem estar mais adaptadas e a inclusão pode parecer funcionar. Mas e quando chega a hora do recreio?
É curioso observar que as crianças com deficiência desaparecem do pátio ou qualquer outro lugar de convívio social das crianças.
Converso com algumas delas e pergunto se elas conhecem crianças com deficiências. Dizem que sim. Então pergunto se brincam juntas no recreio. Aí vem o silêncio, ou a surpresa com a pergunta.
Onde estão essas crianças no momento em que a inclusão poderia ser testada na espontaneidade das crianças?
Estou debatendo este assunto nas escolas com as próprias crianças.
Escolas interessadas podem entrar em contato diretamente comigo pelo blog, inbox Face, ou pelo email carolinac.o@hotmail.com
Aqui
vai mais um post daqueles das pérolas, do texto, de mães com filhos com
deficiência. Mas esse não é uma pérola e sim uma perguntam, uma
reflexão.
Estava lendo, agora, um dilema de uma mãe
que tem uma filha com paralisia cerebral, ela estava questionando se conversava
com filha sobre a deficiência ou não. Segundo essa mãe, ela trata a filha como
uma criança normal, ela acredita que a menina não sabe de suas limitações, eu
me pergunto; como assim?????????????
Eu falo muito aqui sobre o peso que a
sociedade coloca na pessoa com deficiência, denominado como heróis, anjos,
exemplo de vida, de superação e sei lá mais o que.
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque