Olhar para o “diferente”, sem diferença, como assim?


        A gente sabe que, ainda, estamos longe de agir com naturalidade perante as inúmeras deficiências. Explico melhor, estou, neste momento, indo além da inclusão, talvez seja uma utopia, mas vamos lá. Vi, agora, no site, Vida Mais Livre, que a mãe de uma criança com Síndrome de Down, questionou sobre a falta de diversidade nas propagandas que anunciam roupas e outros produtos para crianças na TV, revistas e outdoors. Então a loja, Marks & Spencer , de departamento britânica contratou o filho dessa mãe, como o novo garoto-propaganda da loja, Sebastian, de quatro anos.

A frase!


Há tempos que eu venho pensando em uma frase interessante para colocar no inicio do blog. Achei agora, estava no facebook, quando vi a citação e me apaixonei, é a cara do blog e tem tudo haver comigo!



Até mais,
bjo,    
Carol 

Para quem gosta de aventura!


        Eu não sou nada aventureira, não gosto daquele frio na barriga, acho essa sensação horrível. E olha, tenho três irmãos, os três adoram uma aventura, já pularam de paraquedas, tudo “maluco”! Eu fui uma ou duas vezes assistir, os super saltos, quando pessoal entrava naquele avião, para ir saltar, eu tinha a sensação que estavam indo para a tortura, péssimo!

É impressionante como a mídia não sabe falar, direito, sobre paralisia cerebral!!


Infelizmente, não consegui colocar a reportagem que quero comentar hoje aqui, pois sou péssima em tecnologia!
A matéria é angustiante, triste e tem uma serie de coisas nela que deveriam ser mais exploradas, explicadas melhor. Antes de continuar, deixa eu falar, a reportagem é do  jornal nordeste da Rede Globo, ela fala de pacientes com paralisia cerebral que são abandonados pelas famílias no Recife.

21 de setembro de 2012!!!




Só para lembrar, a pessoa com deficiência existe, ela está ai no mundo, ou melhor, ela faz parte do mundo! Sem demagogia, falei isso, apenas, porque acho que, hoje, Dia Nacional de Luta das Pessoas Com Deficiência, serve para mostrar que a pessoa com deficiência está na sociedade!


Até mais,
bjo,    
Carol 

90 anos, de muita vida!


       
         Sábado, minha vó, linda, faz 90 anos! 90 anos não é para qualquer um, detalhe; 90 anos de vida, inteira, lúcida, faz tudo em casa, pois mora sozinha.
 Berguinha, minha vó, é elegante, sabia, eu tenho orgulho de ser sua neta! Adoro bater um papo com senhora, que tem sempre algo para ensinar e as suas historias, da Vaquinha Toda Pitadinha, a do Amendoim Que Caiu No Buraco Do Pau, elas fazem um sucesso, mas só a senhora sabe contar, não sei qual é a magia! Por falar em magia, qual é a mágica para viver, plenamente, 90 anos?
Vó, só tenho que te agradecer, por poder estar ao lado, pela sua dedicação, enfim pelo seu amor.
 Obrigada!                                           

Te amo!


Até mais,
bjo,    
Carol 




“Eu decido o meu fim”


      
      Semana passada, eu ia indicar a leitura da reportagem da revista Veja, sobre o direito de morrer. Saiu essa matéria, porque o Conselho Federal de Medicina mudou a conduta do médico ao reconhecer a legitimidade do testamento vital, isso é um documento que a pessoa registra o tratamento que quer ter quando a morte se aproxima.

Um mundo desconhecido, meio nebuloso, mas tudo isso fica pequeno quando se há o amor incondicional !!


        Enrolei para falar, mas acho que hoje sai o texto sobre o livro A Queda - As Memórias de um Pai em 424 Passos, Diogo Mainardi. Antes de começar a leitura, eu já estava chorando, não sou doida, nem sentimental demais, eu, simplesmente, virei o livro e li, “Até aquele momento, eu sempre pensara que, se meu filho permanecesse em estado vegetativo, eu esperaria que ele morresse. Depois do primeiro contato com Tito no corredor do claustro do hospital de Veneza, tudo se transformou. Eu só queria que ele sobrevivesse, porque eu o amaria e o acudiria de qualquer maneira. Entre a vida e a morte, aferrei-me à vida.” Achei fantástico isso que o Diogo disse, mostra que ele e todos os pais em geral, tem medo, receio de entrar em um novo mundo, um mundo até então desconhecido, meio nebuloso, cheio de mitos, preconceitos. Mas o amor incondicional de um pai, faz com que ele entre nesse novo mundo de cabeça, o amor pelo filho é maior que tudo.
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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