Olha essa campanha, muito boa!!!!





Tradução:



Homem: Bom dia! L.G. está no sexto andar, não é?
Mulher: Sim. Você está aqui para a entrevista?
Homem: Sim.
Mulher: Boa Sorte!
Homem: Obrigado! Se der tudo certo vou levá-lo para almoçar fora.
Mulher: Isso não deu certo para ninguém.
Homem: Entrevista de almoço?
Mulher: Ambos
Horas mais tarde…
Homem: Gostaria que você almoçasse comigo.
Mulher: Então… Correu tudo bem?
Homem: Sim. E não me diga que você tem um namorado.
Mulher: Não, não tenho namorado… Eu aceito.
Algo mudou em sua mente…. Eu posso posso mudar de ideia. E você?
Campanha para pessoas com deficiência: MUDE SUA MENTE! MUDE SEU JEITO DE PENSAR E DE COMO ENXERGAR A DEFICIÊNCIA!

Fonte: Deficiente Ciente

Até mais,
bjo,
Carol 

A Paralisia Cerebral, o sujeito e a sociedade! Parte 1


Espero que todos tenham tido uma boa Páscoa!
É um dos feriados que eu, particularmente, mais gosto, quem me conhece sabe, sou viciada em chocolate, amo ovo e tudo mais de chocolate.
Acho que já contei, não lembro, que aqui em casa temos uma tradição, todo domingo de Páscoa de manhã, meu pai esconde ovo,  chocolates, coelhinhos e faz as patinhas do coelho como pista.
Na minha época, eu tinha sorte, pois só era eu e meu irmão, ele não gosta muito de chocolate, então eu comia tudo!!! Com o tempo, fui tendo concorrentes, minhas irmãs foram chegando e ai viu!!! Atualmente, meu pai faz para a Laís, mas eu continuo comendo!!! Vicio é vicio!
Mudando de assunto, surgiu no facebook, uma conversa que eu percebo já a muito tempo e que me deixa com varias pulgas atrás da orelha. Até outro dia, tava vendo um programa na televisão, Sem Censura na Tv Brasil, tinham duas mães falando sobre Síndrome De Down, ela se juntaram com outras pessoas e estão fazendo um trabalho bem interessante, o site é http://www.portalsindromededown.com/, vale a pena conferir. Inclusive têm pessoas com Síndrome De Down trabalhando no projeto, mais um exemplo de inclusão.
Vamos voltar para a conversa do facebook, a sociedade não conhece a Paralisia Cerebral, o pessoal generaliza, como se as pessoas com Paralisia Cerebral não fossem sujeitos. Eu cresci, fui educada para ser um ser humano comum, como mostrei no inicio do texto, através da brincadeira.
 Acho que a Paralisia Cerebral precisa ser mais explorada, trabalhada, desmistificada e isso querendo ou não, é um trabalho nosso, pais, as próprias pessoas com Paralisia Cerebral e as famílias.  

Até mais,
bjo,
Carol 


Vamos que vamos! O sonho ainda não acabou!


Eu estou aqui hoje para dizer que não abandonei o blog e nem o site.
Passei por uma situação dolorosa, difícil, foi um sonho que virou um pesadelo e agora estou me reestruturando,  aos poucos. Não vou contar a minha experiência hoje, porque ainda estou emocionalmente abalada, não estou pronta para escrever sobre o assunto. Mas com certeza vou, um dia dividi, essa experiência aqui no blog, pois aprendi muito, quebrei alguns preconceitos meus e acredito que todos vão tirar alguma lição também.
 A minha experiência  mostra que tudo na vida é possível, ela é um milagre. Por isso tenho confiança que quando eu acha que estou preparada, vou buscar novamente esse sonho.

Até mais,
bjo,
Carol 

Vou me ausentar do blog por 15 dias. Dia 28 de março, estou de volta, até lá!!!

Até mais,
bjo,
Carol 

Adolescente, namoro e sexualidade com os pais


        Hoje sai mais um capitulo da serie adolescência.
O jovem está buscando a sua identidade, o amor, o trabalho. Para isso, ele precisa adquiri liberdade. A liberdade é vista pelo o adolescente de dois jeitos; primeiro, pelos pais que dar uma liberdade sem limites, isso é, não dar a atenção que o jovem precisa e quer, é uma forma de abandono. O outro modo é a liberdade com limites, que estabelece cuidados, prudência, observação, contato afetivo constante, bate-papo, para ir conhecer o filho, saber as suas necessidades e as transformações.
Dentro do universo da adolescência, há a questão do namoro, da sexualidade, assuntos que deixam alguns pais confusos, cheios de duvidas, ficam perdidos. Se tratando de seres humanos, não temos uma cartilha falando o jeito certo, ideal, para educar, lidar, conviver com o outro, mas temos sempre sugestões, ideias, estudo.
Voltando ao tema, uma ideia para os pais lidarem com namoro, sexualidade, é conversar abertamente, compartilhada informação com os jovens, colocando limites. Assim há maior possibilidade dos jovens se sentirem seguros, aparados pelos pais. Já quando a sexualidade do adolescente é negada ou rejeitada pelos pais, o desenvolvimento de um autoconceito sexual fica prejudicado e, logo, os riscos de atividade sexual precoce ou perigosa são maiores.

Até mais,
bjo,
Carol 

Diagnóstico: O inicio faz toda diferencia!


Eu não sei se já falei do assunto que vou abordar hoje, caso já tenha, me desculpe por está sendo repetitiva.
 Quem já recebeu a noticia que está doente ou o filho, marido, esposa, enfim de alguém muito próximo, ou então que seu filho tem alguma deficiência, sabe o quando dói o impacto e leva um tempo para a gente conseguir processar a noticia.
 Acredito que tudo começa no inicio, explico melhor, o inicio é quando recebemos a informação, o diagnóstico. Um medico ou um outro profissional que vai transmitir a noticia precisa estar  preparado para essa função que é muito delicada.
Nesse momento o profissional necessita reservar um bom tempo para a conversa, não pode esconder a verdade, porém saber que não é deus, ou seja, tem coisas que ninguém é capaz de prever. Procurar um jeito de falar, saber que ali está lidando de ser humano para ser humano. Esclarecer todas as duvidas, escuta o outro, deixa-lo chorar, caso seja preciso, apoiar, ter empatia.
Tendo um começo assim, a visão de um diagnóstico transmitido da forma correta, faz toda a diferença, a relação do paciente/família com a doença, a deficiência vai ser outras, pois na conversa com o profissional, esse mostrou caminhos, segurança.  
O inicio faz toda diferencia!

Até mais,
bjo,
Carol 

Filho da inclusão


Hoje, eu ia escrever mais um capitulo sobre adolescência, mas li uma matéria no jornal,  A Folha de São Paulo, muito boa, indico a todos.
 A reportagem é com o psicólogo Emílio Figueira, ele tem paralisia cerebral. Emílio fala sobre a sua vida profissional e particular, como ele encara a vida com a sua deficiência. A deficiência não o impede de estudar, escrever, ler, atualizar seus sete blogs e ministrar aulas on-line.
Segundo Emílio, a família tem um papel fundamental na inclusão, todos que acompanham o meu blog e site, sabem que eu sou 100% a favor disso. A inclusão começa de dentro para fora, primeiro inclui em casa, a aceitação.
Outra coisa que o Emílio comenta é que na década de 70, as instituições tinham objetivo de adaptar as pessoas com deficiência à sociedade. Hoje é a sociedade que deve mudar para incluir, lógico que a gente ainda está no movimento, mas já é um começo, estamos no caminho!
É um belo texto para pais, pessoas com deficiência e para a sociedade no geral, Emílio mostrar que a deficiência não é e está longe de ser uma sentença!


Até mais,
bjo,
Carol 

Passou no vestibular!!!!


Semana passada postei no facebook, duas vezes, sobre o Kallil Assis Tavares, 21 anos. Ele passou para a Universidade de Goiás (UFG), para o curso de geografia. O que eu achei muito legal, interessante é que Kallil é o primeiro aluno com Síndrome de Down a ingressar na universidade. Olha quantos paradigmas ele está quebrando.
 Kallil não teve correção diferenciada, foi tudo igual como todos os outros candidatos. A única coisa, foi que ele teve um monitor para ler a prova e as letras dos textos tinham que ser maiores, pois Kallil tem baixa visão. Segundo a mãe, Kallil sempre foi estudioso e desde criança gostava de mapas.
A escola de Kallil sempre o apoio e incentivou, ele era o único aluno com Síndrome de Down, aqui o jovem contava com um monitor que o acompanhava durante as aulas. Mais um exemplo fantástico de inclusão de verdade, ela é sim possível!
 Parabéns Kallil, aos pais e a escola!
 Cada dia que passa, as pessoas com deficiência mostram para a sociedade que a deficiência não é limitação total para a vida!

Até mais,
bjo,
Carol 
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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