Vou me ausentar do blog por 15 dias. Dia 28 de março, estou de volta, até lá!!!

Até mais,
bjo,
Carol 

Adolescente, namoro e sexualidade com os pais


        Hoje sai mais um capitulo da serie adolescência.
O jovem está buscando a sua identidade, o amor, o trabalho. Para isso, ele precisa adquiri liberdade. A liberdade é vista pelo o adolescente de dois jeitos; primeiro, pelos pais que dar uma liberdade sem limites, isso é, não dar a atenção que o jovem precisa e quer, é uma forma de abandono. O outro modo é a liberdade com limites, que estabelece cuidados, prudência, observação, contato afetivo constante, bate-papo, para ir conhecer o filho, saber as suas necessidades e as transformações.
Dentro do universo da adolescência, há a questão do namoro, da sexualidade, assuntos que deixam alguns pais confusos, cheios de duvidas, ficam perdidos. Se tratando de seres humanos, não temos uma cartilha falando o jeito certo, ideal, para educar, lidar, conviver com o outro, mas temos sempre sugestões, ideias, estudo.
Voltando ao tema, uma ideia para os pais lidarem com namoro, sexualidade, é conversar abertamente, compartilhada informação com os jovens, colocando limites. Assim há maior possibilidade dos jovens se sentirem seguros, aparados pelos pais. Já quando a sexualidade do adolescente é negada ou rejeitada pelos pais, o desenvolvimento de um autoconceito sexual fica prejudicado e, logo, os riscos de atividade sexual precoce ou perigosa são maiores.

Até mais,
bjo,
Carol 

Diagnóstico: O inicio faz toda diferencia!


Eu não sei se já falei do assunto que vou abordar hoje, caso já tenha, me desculpe por está sendo repetitiva.
 Quem já recebeu a noticia que está doente ou o filho, marido, esposa, enfim de alguém muito próximo, ou então que seu filho tem alguma deficiência, sabe o quando dói o impacto e leva um tempo para a gente conseguir processar a noticia.
 Acredito que tudo começa no inicio, explico melhor, o inicio é quando recebemos a informação, o diagnóstico. Um medico ou um outro profissional que vai transmitir a noticia precisa estar  preparado para essa função que é muito delicada.
Nesse momento o profissional necessita reservar um bom tempo para a conversa, não pode esconder a verdade, porém saber que não é deus, ou seja, tem coisas que ninguém é capaz de prever. Procurar um jeito de falar, saber que ali está lidando de ser humano para ser humano. Esclarecer todas as duvidas, escuta o outro, deixa-lo chorar, caso seja preciso, apoiar, ter empatia.
Tendo um começo assim, a visão de um diagnóstico transmitido da forma correta, faz toda a diferença, a relação do paciente/família com a doença, a deficiência vai ser outras, pois na conversa com o profissional, esse mostrou caminhos, segurança.  
O inicio faz toda diferencia!

Até mais,
bjo,
Carol 

Filho da inclusão


Hoje, eu ia escrever mais um capitulo sobre adolescência, mas li uma matéria no jornal,  A Folha de São Paulo, muito boa, indico a todos.
 A reportagem é com o psicólogo Emílio Figueira, ele tem paralisia cerebral. Emílio fala sobre a sua vida profissional e particular, como ele encara a vida com a sua deficiência. A deficiência não o impede de estudar, escrever, ler, atualizar seus sete blogs e ministrar aulas on-line.
Segundo Emílio, a família tem um papel fundamental na inclusão, todos que acompanham o meu blog e site, sabem que eu sou 100% a favor disso. A inclusão começa de dentro para fora, primeiro inclui em casa, a aceitação.
Outra coisa que o Emílio comenta é que na década de 70, as instituições tinham objetivo de adaptar as pessoas com deficiência à sociedade. Hoje é a sociedade que deve mudar para incluir, lógico que a gente ainda está no movimento, mas já é um começo, estamos no caminho!
É um belo texto para pais, pessoas com deficiência e para a sociedade no geral, Emílio mostrar que a deficiência não é e está longe de ser uma sentença!


Até mais,
bjo,
Carol 

Passou no vestibular!!!!


Semana passada postei no facebook, duas vezes, sobre o Kallil Assis Tavares, 21 anos. Ele passou para a Universidade de Goiás (UFG), para o curso de geografia. O que eu achei muito legal, interessante é que Kallil é o primeiro aluno com Síndrome de Down a ingressar na universidade. Olha quantos paradigmas ele está quebrando.
 Kallil não teve correção diferenciada, foi tudo igual como todos os outros candidatos. A única coisa, foi que ele teve um monitor para ler a prova e as letras dos textos tinham que ser maiores, pois Kallil tem baixa visão. Segundo a mãe, Kallil sempre foi estudioso e desde criança gostava de mapas.
A escola de Kallil sempre o apoio e incentivou, ele era o único aluno com Síndrome de Down, aqui o jovem contava com um monitor que o acompanhava durante as aulas. Mais um exemplo fantástico de inclusão de verdade, ela é sim possível!
 Parabéns Kallil, aos pais e a escola!
 Cada dia que passa, as pessoas com deficiência mostram para a sociedade que a deficiência não é limitação total para a vida!

Até mais,
bjo,
Carol 

Dois anos!!!


Hoje o blog faz dois anos.
Eu espero que esteja alcançando os objetivos, ajudar, apoiar, orientar, tirar mitos, mostrar a importância da família, ajuda a inclusão, enfim mostrar um outro lado da vida da pessoa com deficiência. Para tudo isso, sei que a caminhada  é longa, ainda temos muito trabalho para fazer, então que venha o terceiro ano!!!
Espero que todos continuem aqui, lendo, participando, dando sugestões, ajudando a fazer o blog.

Até mais,
bjo,
Carol 

É carnaval!!


É carnaval!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Desejo a todos um excelente carnaval, aproveitei.

        Estou indo para a minha cidade, Rio. Quinta-feira estou de volta aqui no blog.


Até mais,
bjo,
Carol 

Afinal, o que é normal? Mais um exemplo de inclusão!


      Ontem, falei sobre a inclusão escolar, dei um exemplo belíssimo e hoje vou dá um exemplo de como a inclusão só faz bem para o ser humano. Eu falo muito da minha relação com a Laís, minha sobrinha, como ela percebe a diferença, mas lida com isso de uma maneira natural. Hoje, vou colocar uma redação da minha irmã, Mari, de quando ela tinha 14 anos, lendo a redação, a gente entende como conviver com as diferenças faz a diferença no ser humano.

O desafio de se conviver com as diferenças
        Conviver com as diferenças sempre foi e sempre será uma árdua tarefa. A sociedade impõe cada vez mais o que é perfeito e aquilo que não é perfeito? O que é perfeito, bonito, certo?
 O preconceito contra deficiência é algo bem ultrapassado, porém se alguém com deficiência, tiver a capacidade igual ou melhor do outro concorrente ao emprego, a pessoa com deficiência vai perder para o outro candidato na maioria das vezes. Algumas empresas simplesmente não aceitam deficientes, alegando não ter estrutura para adapta um deficiente em seu estabelecimento. Tem  empresas que não deixa o portador de deficiência nem fazer a entrevista.
O fato de deficientes físicos não serem aceitos em empresas ocorre também nas escolas ou faculdades. A desculpa da estrutura se repete, tem também a ignorância de acharem que o deficiente físico é também deficiente mental e por causa disso são incapazes de realizar atividades que uma pessoa “normal” faz. Afinal, o que é normal?
Pessoas afro-descendentes, indígenas, orientais, etc, também são alvos do preconceito. Há algum tempo atrás um índio foi queimado por jovens. Afinal, o que é normal?
Houve também, um incidente com uma moça que estava indo trabalhar de madrugada e foi “confundida” com prostituta por alguns jovens que a espaçaram. Isso é justificativa?
 Afinal, o que é normal?

Até mais,
bjo,
Carol 
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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