Vamos para o terceiro capitulo da serie
sobre adolescência.
Na adolescência, os pais
sentem dificuldades de colocar limites nos filhos, a autoridade e a hierarquia
ficam perdida. Os jovens, nesse momento, discutem valores, muita vezes, eles perdem as referências que
até então eles tinham. Por isso acreditam que podem viver aventuras e ter novas
experiências, conhecer outras culturas e outras.
O
adolescente discute o que está a sua volta, ele procura questionar mais o
núcleo familiar, fazendo com que haja discussões entre os pais e filhos. É possível
notar que muitos pais têm dificuldade de lidar com as contestações de seus filhos.Por
isso é comum que as famílias virem alvo vulnerável para os conflitos. O adolescente quer e precisa de
diálogo, de uma pessoa que o compreenda e o esclareça todas as transformações
que vêm acontecendo com ele.
A adolescência é a época em que o adolescente busca conhecer o mundo onde vive, fica
desorientado no meio de coisas novas, como as transformações de seu corpo, é
aqui que tudo começa, vem os pêlos, a menstruação, a voz engrossa, as espinhas aparecem
e assim por diante.
O jovem questiona, quer descobrir novas coisas, ter novas experiências, conhecer outras
culturas, mas ao mesmo tempo, ele está perdido, quer encontrar na figura
dos pais o referencial de identidade. É na família que o adolescente entra em combate
consigo, pois tem que encontrar quem ele é, enfrentando dúvidas e
questionamentos.
Até mais,
bjo,
Carol
Eu
não podia deixar de comentar aqui no blog.
Este
final de semana em João Pessoa, Ronaldo Correia Junior, saltou de paraquedas, altura
de oito mil pés. Ronaldo tem paralisia
cerebral, fala e anda com dificuldades, porém isso não impediu
que realizasse esse sonho.
Eu
achei muito legal, não pelo fato do Ronaldo ter paralisia
cerebral e consegui saltar,
mas sim dele não ter colocado a sua deficiência na frente dos seus sonhos e muito
menos na frente dele próprio. É o que eu
digo, a pessoa com deficiência, tem sim, claro, uma deficiência, porém ela não é
um ser defeituoso, incapaz.
Não
sei se consegui expor o meu pensamento!
Até mais,
bjo,
Carol
Dia 30 de janeiro de 2012, varias escolas estão voltando as aulas. Muitas crianças estão começando a vida escolar hoje ou esta semana ainda. Eu já fiz este post ano passado, então vou por o texto aqui novamente para os pais que vão enfrentar essa situação, comecei falando da escola no site, Meu Filho É Deficiente, E AGORA?, hoje o texto vai ser sobre a adaptação escolar.
Algumas crianças que estão começando a vida escolar e ai começa aquela dura tarefa para alguns pais e para algumas crianças que é a adaptação na escola.
Tem criança que nem liga, vai que vai, não quer nem saber dos pais. Nesse caso é comum que os pais fiquem angustiados, afinal o filho foi e nem deu bola para eles, porem a angustia logo passa.
No entanto há casos em que a criança chora, não quer largar os pais, essa situação é muito comum e complicada para os pais e para a própria criança. A vontade dos pais é sair correndo com filho dali, para evitar o sofrimento da criança e o seu.
Quando a criança começa a ir para a escola, é um sinal que está crescendo, está ficando independente, os pais não estão mais no controle 24 horas por dia. Isso tudo de uma maneira geral, é dolorido para os pais que tendem a querer proteger o filho durante toda a vida. A ida para a escola mostra que isso não é possível, aos poucos então a realidade vai mudando para os pais.
Tem que ir conversando com a criança sobre a escola, que ela vai ficar lá com os amiguinhos, com a professora, vai brincar muito e que depois os pais vão buscar-la para voltar para casa. Não importa a idade, a criança precisa saber que a vidinha dela vai mudar e que ninguém a abandonou. Com o tempo ela vai se acostumar e os pais também!
Até mais,
bjo,
Carol
Tem um texto novo no site Meu
Filho É Deficiente, E AGORA?
Até mais,
bjo,
Carol
Uma
querida leitora do blog, pediu para contar mais historias da serie Laís, Carol e a inclusão! Então a
pedidos, vem ai mais um capitulo.
A Laís adora brincar de pique - esconde, ela
brinca com um, depois chama outro e assim por diante. Ela brinca tão direitinho,
conta até dez, depois vai procurar, quando acha, a Laís inverte, a pessoa conta
e ela se esconde. Lógico, a Laís não ia me deixar fora da brincadeira! Carol, quero brincar com você! Vovô, ajuda
a Carol a se esconder. Lá fomos nós!
É impressionante, a Laís brinca com todo mundo,
se diverte, comigo, ela também se diverte, mas o olhar dela muda, eles brilham
um pouco mais. A Laís, me encanta de uma maneira especial, acho que é nossa sintonia
que chama a atenção de todos.
Falei agora um pouco de modo particular, porque não
é com qualquer um que temos uma sintonia, uma ligação. No entanto o importante
aqui é falar que é possível, viver com as diferenças de uma forma natural, isto é, não ignorar as diferenças,
porém não é fazer delas uma enorme barreira, enxergar apenas elas. Aqui que
está o X da questão da inclusão.
Até mais,
bjo,
Carol
Vamos
para o segundo capitulo sobre a serie adolescência. Um dos grandes marcos para
a entrada na adolescência para as meninas, é famosa menstruação.
Quando a menina fica menstruada, parece que é o primeiro passo que para entrar no mundo das
mulheres. Aquela que até uns segundos antes era uma menina, agora é uma
mocinha. Nesse momento, a mãe ou outra pessoa, de preferência alguém que tenha
mais afinidade com a mocinha, a pessoa ensinar as primeiras loções básicas
sobre a menstruação e, claro dar as boas vinda ao mundo é fantástico das mulheres.
Esse mundo
é fantástico, cheio de surpresas, um dia vem à famosa Tensão Pré Menstrual (TPM) que quase tudo vira lagrimas ou gritaria,
ninguém agüenta ficar perto da gente, nem mesmo a gente, queremos fugir de nós
mesmos. Depois vem a calmaria, ela chegou, tudo fica mais tranqüilo, voltamos a
fazer as pazes com o mundo, o sorriso volta para as nossas faces.
E quando
ela não desce, algo está acontecendo, o que será?
É estamos
gerando uma vida dentro de nós, isso é fenomenal! Existe algo mais lindo no
mundo que a vida? Somos nós responsáveis por gerar-la. Passamos nove messes
sendo duas, e passamos o resto da vida amando essas vidas que colocamos no
mundo, claro que com a ajuda de deus e dos nossos parceiros.
Até mais,
bjo,
Carol
Tem
um site novo que chama Inclusão Diferente. Esse site é bem legal, têm textos ótimos,
uns com bastante senso de humor.
Eu,
junto com o autor desse site, fizemos um texto
falando do poder da mídia na vida das pessoas com deficiência,
convido vocês para ir lê o post e conhecer esse novo espaço!
Espero que gostem!
Até mais,
bjo,
Carol
Minha mãe é uma excelente mestre cuca,
faz pratos deliciosos. Eu adoro ficar na cozinha com ela e com a Mari, minha
irmã, batendo papo e só papo mesmo, pois não presto a menor atenção no que elas
estão fazendo. Não sei nem como frita um ovo, a prova disso foi que um dia a minha
outra irmã, me chamou para ir fazer companhia, enquanto ela fazia um bolo. Lá fui
eu, resumindo, a Luisa logo de cara se embananou e pediu a minha “ajuda”, eu
fui lendo a receita e falando o que ela tinha que fazer, enfim não sei porque o
bolo saiu salgado!
Eu
com a mãe que tenho, podia ao menos saber ler uma receita, mas não sei, não sei
se é pelo fato da minha coordenação motora não colaborar ou pelo simples fato de não gostar mesmo de cozinha
ou é uma mistura do dois!
Pensando
nessas questões, veio a cabeça, por que não os pais estimulam mais os filhos
com deficiência a irem para a cozinha? Não digo diariamente, pois vivemos
correndo, mas em um dia mais tranqüilo, sábado, domingo, colocar a mão da
criança, do jovem na massa. Deixar que eles passem por essa experiência de algo
que está presente no nosso cotidiano.
Até mais,
bjo,
Carol
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque