O poder da mídia e sua influência negativa na vida das pessoas com deficiência


Tem um site novo que chama Inclusão Diferente. Esse site é bem legal, têm textos ótimos, uns com bastante senso de humor.
Eu, junto com o autor desse site, fizemos um texto falando do poder da mídia na vida das pessoas com deficiência, convido vocês para ir lê o post e conhecer esse novo espaço!
Espero que gostem!




Até mais,
bjo,
Carol 


Vamos cozinhar?


        Minha mãe é uma excelente mestre cuca, faz pratos deliciosos. Eu adoro ficar na cozinha com ela e com a Mari, minha irmã, batendo papo e só papo mesmo, pois não presto a menor atenção no que elas estão fazendo. Não sei nem como frita um ovo, a prova disso foi que um dia a minha outra irmã, me chamou para ir fazer companhia, enquanto ela fazia um bolo. Lá fui eu, resumindo, a Luisa logo de cara se embananou e pediu a minha “ajuda”, eu fui lendo a receita e falando o que ela tinha que fazer, enfim não sei porque o bolo saiu salgado!
Eu com a mãe que tenho, podia ao menos saber ler uma receita, mas não sei, não sei se é pelo fato da minha coordenação motora não colaborar ou  pelo simples fato de não gostar mesmo de cozinha ou é uma mistura do dois!
Pensando nessas questões, veio a cabeça, por que não os pais estimulam mais os filhos com deficiência a irem para a cozinha? Não digo diariamente, pois vivemos correndo, mas em um dia mais tranqüilo, sábado, domingo, colocar a mão da criança, do jovem na massa. Deixar que eles passem por essa experiência de algo que está presente no nosso cotidiano.


Até mais,
bjo,
Carol 

Vamos à praia?


Hoje me programei para falar de praia, mas os dias estão tão feios, só chove, cadê o sol? Nem dá vontade de tocar nesse assunto. No entanto vou continuar com o tema, pois estamos em janeiro, férias!
 Ontem, eu estava pensando no post de hoje, no que e ia falar, até porque, já fiz um texto sobre praia aqui no blog. Lembrei-me da época em eu ainda morava no Rio, a gente ia muito à praia. Eu andava com a ajuda do meu pai ou da minha mãe, toda aquela extensão que vai do calçadão até o mar. Quem conhece sabe que é uma boa caminhada, aquele sol fervendo na cabeça, a areia fofa, pegando fogo, era uma pequena batalha.  Mas a gente conseguia, ai comecei a pensar, eu apesar da dificuldade, conseguia e consigo ir à praia, porém tem pessoas que usam cadeira de rodas como elas fazem para ir à praia?
 Quer disser como iam, porque hoje esse problema está  praticamente solucionado, com o projeto da ONG Adaptsurf (www.adaptsurf.org.br), que tem como objetivo fazer com que a praia seja acessível. Esse grupo conta com voluntários que organizam atividades de lazer e banho de mar assistido, eles utilizam a cadeiras de rodas anfíbias, que flutuam na água.  O projeto fica no Posto 11, na praia do Leblon, onde uma esteira de bambu é montada, facilitando a circulação das pessoas com deficiência. Em São Paulo também tem uma praia acessível, fica na Enseada, em Bertioga, no litoral sul.
Eu ainda não tive o privilégio de ir conhecer o projeto, ONG Adaptsurf, espero, em breve, conhecer e vim contar mais detalhes.  
Certamente, esse projeto vai auxiliar a pessoa com deficiência a ir à praia!


Até mais,
bjo,
Carol 

Vamos fazer um passeio à cidade de Bonito com a inclusão!



Como estamos em janeiro, mês de férias, sempre procuro dá dicas de passeio, atividades. Para isso, dou um pulo no site, TURISMO ADAPTADO - FAZENDO A DIFERENÇA NA BUSCA PELA IGUALDADE, nele tem excelentes dicas para quem quer conhecer novos lugares, se aventurar, enfim aproveitar os momentos de prazer. 

Achei  no site uma dica de passeio bem legal!

 Um grupo de surdos e ouvintes foram para a cidade de Bonito, uma cidade cheia de passeios turísticos, como, cachoeiras, visitação á grutas, passeios de bote em rios de águas cristalinas, mergulho, etc. Para quem gosta desse da natureza é um prato cheio, porém parece que as pessoas ainda esquecem que há no mundo pessoas com deficiência e que elas também querem e podem aproveitar a vida, a natureza, se aventurar, é aqui que entra a importância de acessibilidade na prestação de serviços para pessoas surdas ou com qualquer outra  deficiência.

Atualmente, já têm algumas empresas que estão preparadas paras atender o turista surdo, como a empresa que estava com esse grupo que tinha uma intérprete. Ela foi fundamental, pois era quem fazia a ponte para as pessoas surdas, exemplo, o grupo fez um passeio de bote, foi à intérprete que interpretou as orientações sobre segurança e posicionamento dentro do bote para evitar acidentes. Segundo o grupo o passeio foi muito bom e divertido, durou uma hora e meia, descendo as cachoeiras, remando, e brincando de guerra de água com balde.

O grupo também visitou projeto Jibóia, onde assistiram a uma palestra com o objetivo de conscientizar a importância de preservação das cobras, aqui novamente a intérprete foi peça essencial passar as informações.

Em uma época que só se de inclusão, uma empresa assim não deveria ser raridade!


bjo,
Carol 

A “passagem” da infância para adolescência


        Hoje vou começar uma serie sobre adolescente e depois fazer um link com o adolescente com deficiência. Toda terça-feira vai ter um capitulo sobre adolescente. Hoje começo falando do inicio da adolescência.
A adolescência é resultado de uma situação social e histórica, característico da nossa sociedade ocidental moderna, em que o sujeito é responsável pela sua trajetória de vida e pelo lugar que ocupará. O processo da adolescência é fundamentalmente um momento lógico e não apenas cronológico, aqui acontecem as transformações corporais da puberdade e as novas exigências apresentadas ao sujeito, fazendo com que ele fique em um intenso trabalho psíquico. Um dos trabalhos psíquico são as mudanças do eu, pois antes ele era baseado pelas identificações da infância através das figuras dos pais.
Podemos perceber que a adolescência é basicamente um período em que as identificações e dos ideais da infância não existem mais. O sujeito agora tem que em busca na cultura de novas fixações para que possa se fazer operante. A adolescência envolve, respectivamente, o afastamento dos primeiros objetos de amor e um reencontro com esses nas novas relações que então se formam.
O adolescente precisa da atenção, do amor dos pais porque senão ele vai achar que está desamparado, o que o leva a experimentar momentos de uma angústia. Ele precisa de referências que os auxiliem a passar as identificações e idealizações da infância para adolescência,  pois, muitas vezes, ele se sente impossibilidade de sustentar a função desejante.

Até mais,
bjo,
Carol 

As histórias de Carolina



        Eu agora pouco, fiz um textinho de retorno ao blog. Comentei que adoro a participação dos leitores, as criticas construtivas, duvidas, questionamentos, enfim acho que a troca é sempre bem-vinda.
Quando acabei o post, fui olhar email, comentários e etc, tive uma grande surpresa,  uma nova leitora do blog, Débora Rossini, autora do blog Sopa de Números na Educação Inclusiva, fez um lindo post em seu blog falando de mim. O texto é sensível e emocionante, eu fiquei super emocionada e feliz com o presente. 
Débora, mais uma vez obrigada!



Até mais,
bjo,
Carol 

De volta


O blog está de volta, espero poder passar mais um ano aqui. É, mês que vem, o blog vai completar dois anos, como passa rápido! Jamais pensei que fosse ficar esse tempo todo com um blog, muito menos que alguém fosse entrar, ler e gostar!
Eu, sinceramente, adoro a participação dos leitores, procuro sempre dá atenção a todos e peço que continue lendo e é claro participando.
A aparência do blog mudou, espero que tenham gostado, estou aberta para sugestões, na aparência e também para novos conteúdos.
Um ótimo ano para todos!

Até mais,
bjo,
Carol 

Férias



O blog está entrando de férias e volta dia 16 de janeiro, para passar mais um ano aqui!
        Ate lá!!!!!!!!!!!!!!!


                        Até mais,
                          bjo,
                         Carol 
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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