Que país é este?


Li agora que PREFEITO Gilberto Kassab sanciona lei dando anistia para comércios estabelecidos em imóveis inacessiveis e irregular. Vou deixar aqui o endereço do blog, para quem quiser mais detalhes sobre essa “bela” decisão.



Até mais,
bjo,
Carol 

Uma pessoa com deficiência e uma criança birrenta!


Ontem, fiz um post falando que a deficiência é motivo de curiosidade para o outro! Esse post deu o que falar. E hoje é dia que eu escrevo sobre a minha relação com a minha sobrinha, e ai quarta-feira aconteceu uma coisa que liga os dois assuntos.
Quarta-feira, a minha família foi jantar fora, a Laís estava com sono, chata, chorona, birrenta,  daquele jeito que se joga no chão e grita, todo mudo olha, uma vergonha! Até que ela disse: Quero colo da Carol!
 Me deram a Laís, ela esperneando, batendo pé, gritando, o povo olhando. Eu pensando, agora pronto, uns estão olhando para o show da Laís, outro para mim e outro para o conjunto, virou um espetáculo! Ela se acalmou, ficou mamando, linda como um anjo!
Voltando ao tema de ontem, a pessoa com deficiência já chama atenção naturalmente, se colocar uma criança birrenta junto, ai é só cobrar ingresso!

Até mais,
bjo,
Carol 

Racismo, por parte de quem?


Estagiária denuncia escola por crime de racismo. Em seu primeiro dia de trabalho como assistente de marketing, a diretora do colégio reclamou de uma flor presa em seu cabelo e pediu para deixá-los presos. Dias depois, a diretora a teria chamado novamente para reclamar do cabelo.
 Segundo o colégio, é regra para todos que trabalham na escola é prender o cabelo e usar uniforme. Eu vi essa matéria no jornal e fui atrás dela na internet, para saber mais detalhes.
 No primeiro momento e notei um certo preconceito por parte da estagiária com ela própria, se o colégio diz que é regra para todos prender o cabelo. A estagiária então usou o racismo a favor dela, pois se a diretora tivesse falado as mesmas regras para uma estagiária de cabelo liso, não ia ter tido o crime de racismo.
Têm pessoas que acreditam que sempre são vitimas de preconceito. Tudo que acontece com esses sujeitos o culpado é o famoso preconceito, ou seja, eles se escondem atrás do preconceito. Assim fica tudo mais fácil, porque eles não têm falhas, erros e defeitos,  pelo  contrário, a pessoa é perfeita, quem não é, é o outro, esse sim é que tem  falhas, erros. Por isso  o preconceituoso é quem tem que mudar e aceitar a vitima! Acho isso pior do que o preconceito propriamente dito, pois é sinal que a própria pessoa a se aceita!
Depois que li mais sobre a matéria, fiquei em duvida se foi racismo da estagiária ou da diretora, pois parece que houve mais ofensas e comentários da diretora em relação à estagiária.
Mas gostaria de deixar aqui essa reflexão.

Até mais,
bjo,
Carol 

Não basta ser deficiente, tem que ser alvo das curiosidades!


        Mais um assunto que pode gerar vários posts, eu hoje vou fazer mais um.
Como a deficiência é motivo de curiosidade para o outro, isso é impressionante. As pessoas param o que estão fazendo, para olhar, outros chegam, na cara de pau e com o olhar de piedade, e perguntam.
 As perguntas não são aquelas bem formuladas, que a gente percebe que vai acrescentar algo na vida da pessoa ou até diminuir o preconceito. As perguntas são apenas para saciar a curiosidade! Ai vai alguns exemplos de perguntas que eu já ouvir: O que ela tem?, Ela entendi?, Por que ela ficou assim?, A doença dela pega?.
 Mas eu acho que de uns tempos para cá, a curiosidade vem diminuindo ou eu que me acostumei!
 Acho que realmente os olhares, a curiosidade estão diminuindo, pois com fato de ter um movimento para a inclusão, para a acessibilidade, já é uma grande ajuda para a sociedade saber que há no mundo pessoas com deficiência e que isso não é um bicho de sete cabeças!
É claro que sempre vai ter aquele curioso, aqueles olhares!


Até mais,
bjo,
Carol 

A criança e a morte



        A criança quando perde uma pessoa próxima, querida, ela não sofre pela morte da pessoa, mas sim pela ausência, pela falta. A criança não consegue ainda ter a dimensão da morte, ela acha que ela é imortal, no mundo dela não há morte.
 Com o tempo, a maturidade, a criança vai percebendo que os pais podem morrer e isso provoca grande sofrimento e angústia. Depois ela conclui que ela própria vai morrer. Isso é um processo que humaniza.
 A criança pode saber da morte de várias maneiras,  conhecendo que uma pessoa que morreu, indo e participando da despedida, velório, enterro e, a criança tem que ser ouvida, ela precisa expressar seus sentimentos.
A criança tem que saber sobre a morte, não devemos proteger a criança daquilo que é inevitável, pois a criança vai descobrir, em algum momento, a existência da morte. Esconder a verdade da criança, muitas vezes, provoca mais angustia e a desespera.
A melhor maneira de contar o fato para a criança é com franqueza e de modo direto, depois, como já disse, deixá-la expressar seus sentimentos, perguntar o que quiser, ela precisa de um espaço. A criança vai sofrer sim, mas ela vai dizer, dando pistas, de como ela quer ser ajudada.
 A verdade sempre é o melhor caminho!


Até mais,
bjo,
Carol 

Lulu Santos- Descobridor Dos Sete Mares (Ao Vivo)





Um maravilhoso final de semana!!!

Até mais,
bjo,
Carol 

o Dia internacional da pessoa com deficiência


Dia 3 de Dezembro é o Dia internacional da pessoa com deficiência


Esse dia não é para chegar para uma pessoa com deficiência e falar parabéns, hoje é seu dia! Tem muito palhaço que faz isso, porém  ninguém  “ lutou” para ser deficiente,  simplesmente aconteceu e temos que lidar com ela, da melhor maneira possível.
Eu digo que amanhã é o Dia internacional da conscientização de que há no mundo pessoas com deficiência. Por isso é necessário que a sociedade olho não somente para a deficiência dessas pessoas, mas sim para o todo dela, ela tem sim limitações, porém têm também potenciais como todos os seres humanos.  

Até mais,
bjo,
Carol 

A Laís sempre perto, querendo me ajudar!


Eu adoro conta a minha vivencia com a Laís, parece tão mágico! Vamos para mais um capitulo, Laís, Carol e a inclusão!
Um sábado ai, eu ia sair, fui tomar banho e é claro a minha princesa foi junto. Depois do banho, minha mãe foi fazer uma escova no meu cabelo, a Laís veio: Quero secar o cabelo da Carol!  Lógico que pegou o secador e não queria soltar, falava: Eu seco, eu sei! Ficamos nessa conversa, minha mãe secava um minuto e a Laís enrolava cinco! Ainda dizia: Carol, abaixa! Isso que é cabeleira!  
Uma hora depois, acabamos o cabelo, detalhe, não era meu casamento, era apenas uma simples saída!
Segundo passo, maquiagem, nossa! Vovó, eu quero maquiar a Carol! Deixa vovó! Imagina como ia ser a maquiagem!
 No final de tudo, quatro horas depois, eu estava pronta, a Laís olhou para mim e falou: Nossa Carol, você está linda! Vem Carol, vou te levar no elevador!

Até mais,
bjo,
Carol 
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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