2ª Virada Inclusiva


2ª Virada Inclusiva - Participação Plena!!!


 
Para celebrar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.


A Virada Inclusiva vai ser realizada nos dias 03 e 04 de dezembro. São 24 horas de diversão inclusiva e informação com participação de todos os cidadãos.  







Até mais,
bjo,    
Carol 

Toda cegonha é perfeita!


        Domingo, eu estava no Facebook e vi que estavam fazendo um protesto contra a “brincadeira” de péssimo gosto que estão fazendo com a filha de Roberto Justus e Ticiane Pinheiro.
Eu não sei se a menina tem ou não alguma deficiência, isso não importa. Eu só queria saber qual é o motivo da “brincadeira”?
O sujeito que faz esse tipo de “brincadeira” e os outros que se divertem com a “palhaçada” não têm a mínima noção do que é ter uma deficiência, pior essas pessoas não sabem o que significa respeito!
 Eu quando leio alguma coisa desse gênero, tenho pena dessas pessoas, é total ignorância.
Será que a cegonha que trouxe essas pessoas, autoras dessas “brincadeiras” estava com defeito?
Não, não estava com defeito, porque cada ser humano é único!

Até mais,
bjo,    
Carol 

Brincar, precisa de espaço, tempo e atenção!


Atualmente, alguns pais quando querem estimular uma criança a brincar, pensam em comprar um brinquedo novo. No entanto, o brinquedo é o menos importante na hora de brincar, o essencial é a criança ter oportunidade para brincar.
 Para isso à criança precisa de espaço e tempo. A criança  brinca com qualquer coisa, basta ela pegar um enfeite sobre a mesa de centro da sala, com esse objeto ela vai dá um novo sentido para ele, a criança pode puxar, arrancar, morder, imaginar, enfim ela assim vai explorando a própria casa.
Mas como disse no inicio do texto, alguns pais logo pensam em comprar um brinquedo novo, aqui entra o consumo exacerbado que vivemos hoje, então aqui o mais importante é comprar, ter. Uma outra questão é que a criança com, praticamente, uma loja de brinquedo em seu quarto, os pais acham que assim ela não vai ter a necessidade de ir pegar aquele  enfeite sobre a mesa da sala. A criança tem “liberdade” apenas no seu quarto, isso faz com que a criança não interaja com as pessoas que estão na casa nem com o ambiente. Isso sem falar no fato de que há brinquedos demais, o que impossibilita que ela dirija a atenção a um deles e desfrute da brincadeira e claro está aprendendo que é fundamental consumir.
Quem tem criança deve saber que não vai ter aquela casa super arrumada, por um tempo. A casa é dos moradores, eles têm que usufruir dela, a criança é um morador, logo também deve usá-la. Lógico  que ela precisa aprender a usar a casa de modo organizado e a respeitar os espaços comuns, porém isso é com o tempo e para isso é necessário o contato, a exploração do ambiente.
Outra coisa que está difícil hoje em dia é o tempo, pois as crianças estão fazendo cada vez mais com mais atividade, não tendo tempo para brincar. Brincar requer ficar livre de tudo, é nesse momento de calma, que a criança cria brincadeiras sem influência dos adultos. Mas têm também brincadeiras que as crianças querem a presença dos pais, como pique  esconde.
 A criança precisa ser criança!








Até mais,
bjo,    
Carol 

Livro, A saga das mãos


Para este final de semana, vou dá uma dica de um livro que um li e adorei. Para mim, essa historia é um verdadeiro exemplo de superação e determinação.
        O livro, A saga das mãos, conta a história do maestro e pianista João Carlos Martins, um ser humano admirável, apaixonado pela música - e pela música de Bach, em especial. O leitor certamente se surpreenderá com as mensagens de Martins e ficará estupefato com suas idiossincrasias durante as gravações, seu jeito 'louco' de ensinar, sua obsessão em treinar ao teclado até 20 horas por dia. O seu prazer pessoal pelo timbre dos pianos Baldwin (e não pelos Steinway), sua coragem em enfrentar tratamentos médicos dolorosíssimos, enfim, sua imensa vontade de brilhar.
        Espero que gostem!

Até mais,
bjo,    
Carol 

Laís, Carol e a calça!


Hoje é quinta-feira, dia de mais um capitulo sobre a historia, Laís, Carol e a inclusão!
A Laís outro dia virou para mim e falou: Carol, coloca a minha calça, por favor! Eu disse: Pede para a vovó, para a mamãe ou para o papai. Ela imediatamente argumentou: Não, quero você! Lá fui eu, tentar colocar a calça.
A Laís, rápida com sempre, me deu a calça e foi levantando a perninha. Eu disse: Laís, vamos com calma, primeiro senta no chão. Ela sentou, ai eu fui colocando uma perninha de cada vez. Nesse meio tempo, a Laís ficou cantando! Quando coloquei as duas perninhas, falei: Fica em pé, linda, e agora ajuda a Carol a puxar a calça! A Laís, me ajudou, colocamos juntas a calça.
Ela ainda saiu correndo, gritando: Carol, colocou a minha calça!
Isso que é trabalho em equipe!


Até mais,
bjo,    
Carol 

Vamos ser seres maquinas?


Já faz algum tempo que saiu a lista das melhores escolas, segundo o Enem. As escolas que a gente, daqui de casa, estudou e que a minha irmã estuda, não ficaram entre as dez.
Eu fiquei pensando, conversei com algumas pessoas. Percebi que as primeiras escolas da lista do Enem, acreditam que seus alunos são maquinas e não seres humanos. Elas não preparam os alunos para vida, não ensina a solideraridade, a diversidade, inclusão nem sabem o que é, enfim essas escolas só querem que os adolescentes entrem em uma universidade renomada.
O ser humano precisa muito mais do que Física, Matemática, Biologia, Química e etc. As escolas necessitam olhar para as verdadeiras necessidades do ser humano, não é o Enem, nem  a universidade que vão mostrar ou fazer o sujeito.
 Eu fico imaginando, se o mundo se resumir ao pensamento dessas escolas, do Enem, o que vai ser do ser humano? Vamos ser seres maquinas?
Eu nem vou citar a inclusão aqui, porque nesse mundinho, ela nem sequer é uma utopia, não tem espaço para ela, simplesmente a inclusão não existe.

Até mais,
bjo,    
Carol 

Que tal, estudante de medicina aprender mais sobre pacientes com deficiência?


        A Universidade Federal de São João Del Rei, no campus em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais, tem agora uma disciplina optativa que é um curso de libras, a língua brasileira de sinais. Essa disciplina tem como objetivo melhorar o atendimento a pacientes com deficiência auditiva.
Eu achei a iniciativa bem bacana, pois deve ser raríssimo encontrar, hoje, um médico que saiba se comunicar com facilidade com um paciente com deficiência auditiva. A consulta, provavelmente, tem ter um terceiro que faz toda a intermediação, e ai é claro que muita coisa se perde, além disso o paciente não tem nenhuma privacidade, porque o terceiro está ali presente.
 Já passou da hora das universidades de medicina colocar na grade curricular disciplinas inclusivas, onde o estudante aprenda a lida com pacientes com deficiência ou pelo menos saiba que existe no mundo pacientes com deficiência! Estou falando isso, porque tem alguns médicos tomam um susto quando notam que o seu paciente tem alguma deficiência!


Até mais,
bjo,    
Carol 

Pena e choro, para que?


        Hoje li no blog da Mari Hart, um belíssimo texto. Ela fala das promessas que a presidente, Dilma, fez para a educação, saúde, acessibilidade e inclusão social voltados para as pessoas com deficiência do Brasil.  
Eu já tinha lido sobre essas promessas, não dei muita importância, pois, infelizmente, a gente sabe como é o governo do nosso país!
Mas a Mari chamou a minha atenção para o choro da Dilma. A Dilma viu a filha do Romário que tem síndrome de down, e do senador Lindbergh Faria, por isso caiu em lagrimas. Ué, nunca viu uma pessoa com deficiência?
Eu gostei da interpretação da Mari, que diz: “Estaria ela com pena da deficiência destas crianças, ou pena delas por serem deficientes em um país onde o deficiente não tem vez como o Brasil?!”. Digo mais, é muito fácil sentir pena, ajudar para melhorar que é bom, poucos fazem!


Até mais,
bjo,    
Carol 
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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