Blogagem Coletiva: Ética e Respeito na Blogosfera



Fizeram um comentário péssimo em um blog, por isso tiveram a iniciativa de fazer hoje um post falando sobre ética. Que coisa difícil das pessoas terem, mas ao mesmo tempo, é algo simples e necessário, para a gente viver em sociedade. Pensando, eu quero que o outro  tenha respeito por mim, o primeiro passo para isso é fácil, é eu ter respeito pelo o outro. A ética começa aqui!
 Eu tive aula de ética na faculdade, achava que ia ser algo bem bacana, mas estava enganada, as  aulas eram chatas, porque tinha que ficar decorando o Código de Ética. Desde quando ética são apenas leis? Ética vai muito além disso, a gente começa aprender quando ainda é criança, temos que ter ética em qualquer atividade do dia a dia que tenha relação humana.
 Vamos então voltar a falar dos blogs que algo que vem crescendo a cada dia e parece que a falta de ética venho junto! O meu blog, o meu site e outros blogs, sites que conheço são feitos com cuidado, carinho, enfim a gente se dedica.
E ai chega uma pessoa e faz comentários  maldosos, só para ofender, para que isso? Quer colocar sua opinião, discordando com o blog, põe, ninguém precisa concordar com o outro. Mas saiba se expressar, sem faltar com respeito com o outro. Quem faz esses tipos de comentários  não tem a menor noção do que ética, respeito e outra quer apenas ofender, não tem um objetivo.

Até mais,
bjo,
Carol 

Terapia virtual



        A AACD, Associação de Assistência à Criança Deficiente, está com um novo tratamento para a reabilitação de crianças, jovens, adultos e até mesmo idosos.
Este tratamento é realizado com apoio de videogame com sensores de movimento, o profissional relaciona os movimentos que são necessários fazer nos jogos interativos e de realidade virtual com os exercícios para a reabilitação. O tratamento é para estimular a atividade cerebral da pessoa e até recuperar alguns movimentos.
O que eu achei mais legal neste tratamento é que ele mistura o útil com o agradável, o lúdico, uma forma de entretenimento, pois a gente sabe que a fisioterapia tradicional não é lá muito divertida. É  um excelente estimulo para as crianças!
 Mas este tratamento não substitui outras práticas terapêuticas, ele é um complemento e tem que ser feito com os profissionais, não adianta ter o videogame em casa, e achar que está jogando e fazendo o tratamento, pois as indicações dos jogos no processo de reabilitação são varias.

Até mais,
bjo,
Carol 

Titãs - É Preciso Saber Viver


        Eu vou me ausentar do blog até segunda-feira.







Desejo a todos um ótimo final de semana!


Até mais,
bjo,
Carol 

Rock in Rio, uma vergonha!


       Eu não acredito, não tem acessibilidade no Rock in Rio!
 Um evento enorme, tem gente vindo de todos os lugares do Brasil e do mundo. Em uma época que a sociedade está falando em inclusão, em acessibilidade, enfim aparentemente parece que estão pensando mais nas pessoas com deficiência.
Mas ai surge um evento desse tamanho, com o slog, Para Um Mundo Melhor. Um espaço enorme com o nome Cidade Do Rock, lá dentro tem de tudo, até roda gigante. Pensaram em “tudo”, quiseram fazer uma cidade fantástica, incrível, uma cidade dos sonhos. Muito legal até aqui!
Eu coloquei a palavra tudo entre aspas, porque no mundo da inclusão, esta cidade está completamente fora da realidade, pois na realidade há pessoas com deficiência, porque não há acessibilidade. Ou será que a inclusão, a fala de que as pessoas com deficiência têm que ter um espaço sociedade é apenas hipocrisia, fica somente na fala, no papel?
 Vendo pelo Rock in Rio, a gente já tem a resposta.
 Mas como eu trabalho com e para a inclusão, eu só posso dizer que a falta de acessibilidade no Rock in Rio é vergonha, lamentável!

Eu queria ir ao Rock in Rio, não fui por outros motivos, jamais pensei que ia ter esses tipo de problemas no Rock in Rio, um evento internacional.

Até mais,
bjo,
Carol 

Não é difícil ajudar uma pessoa com deficiência!


Li agora o post, no blog da Mari Hart, sobre como ajudar uma pessoa com deficiência, já falei disso aqui, porém é algo que temos falar sempre.
Ninguém tem obrigação de saber como ajudar, por isso o ideal é perguntar se quer ou não ajuda e como pode ajuda. Olha que nesse caso o ideal é bem simples, só requer comunicação e a escuta. A pessoa com deficiência ou o acompanhante sabem explicar muito bem o que o outro precisa fazer.
 Não há necessidade de adivinhar,  ficar apreensivo, com medo, enfim ajudar uma pessoa com deficiência não é um bicho de sete cabeça, não tem que fazer um doutorado de como ajudar!

Até mais,
bjo,
Carol 

Babá, às vezes são necessárias!


        Como é difícil encontrar ou saber quem é a pessoa ideal para ajudar a cuidar do nosso filho.
 Eu, outro dia, ouvi uma entrevista com o ator Pedro Cardoso, ele questionava qual seria o preço  justo para pagar aquela pessoa que vai ficar com o nosso filho. É claro que virou uma questão utópica, porque filho não tem preço, fica inviável pagar alguém pensando nessa questão.
 Vamos votar a nossa realidade! Eu ainda não tenho filho, mas sei os absurdos que as babás comentem. Têm famílias que podem, é um privilegio, escolher ter ou não babá, pois algumas trazem mais problema do que solução, tem aquilo é ter alguém estranho dentro de casa e o pior mexendo, cuidando do nosso filho. No entanto, tem gente que não pode escolher, porque precisam trabalhar, tem mais filhos, enfim têm pais que dependem de babás. E ai eles precisam aturar cada coisa inacreditável.
Outro dia a babá da minha sombrinha, 2 anos, deu um iogurte, flãn, não lembro bem o que era, mas enfim estava vencido a mais de um mês.
 Quando eu vejo essas coisas, fico pensando em mim, eu logicamente vou precisar, infelizmente, de uma babá quando tiver o meu filho, pois seria sacanagem minha contar apenas com a minha mãe, até porque ela já teve os dela e ela quer ser avó!
Com babá ou sem, o importante é ficar sempre perto do filho, pois o amor de pais é insubstituível.


Até mais,
bjo,
Carol 

Paralamas do Sucesso e Titãs - Meu Erro (Rock in Rio 2011)




Um excelente final de semanas!

Até mais,
bjo,
Carol 

Adolescentes com Paralisia Cerebral


Eu fiz alguns posts falando sobre adolescência, falei dos programas de televisão que não aborda muito o tema de adolescente com deficiência. Depois fiz outro post falando que o programa Malhação trouxe para  a trama um jovem com deficiência visual e um outro que sofre um acidente e está em uma cadeira de rodas, eu não sei se ficou paraplégico, tetraplégico ou é provisório, milagre de novela.
Voltando ao assunto, vou me especificar, pensando na Paralisia Cerebral, onde estão esses jovens? Eu conheço e acompanho varias mães de crianças com Paralisia Cerebral, mas não mães de adolescentes ou eles próprios. Estou com uma ideia que surgiu ontem com a Lucia, minha fono, de começar uma pesquisa sobre os adolescentes com Paralisia Cerebral.
Porque a gente sabe que a inclusão está caminhando, mas falando fracamente a inclusão esqueceu das crianças e dos jovens com Paralisia Cerebral. Sinceramente a Paralisia Cerebral ainda é um tabu para a sociedade. Precisamos mudar isso, as pessoas com Paralisia Cerebral precisam aparecer mais.

Até mais,
bjo,
Carol 
 

" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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