Eu adoro ler os comentários que fazem no meu blog. Tenho um carinho por todos os meus seguidores, e também pelos que não são, mas mesmos assim lêem.
Desejo que continuem lendo o meu blog, fazendo críticas, perguntas, dando sugestões, concordando ou discordando de mim.
Espero vocês sempre aqui.
Muito obrigada a todos!
Até mais,
bjo,
Carol
Eu não sou barbeira!
Estava no super mercado com meu pai, eu estava em um daqueles triciclos. O triciclo já era bem velho, por isso eu ficava reclamando com meu pai, sabia que algo ia acontecer!
Em certo momento eu fui para um lado e meu pai foi para outro, eu me enfiei em um lugar estreito e apertado, não sei para quê. Fui fazer a manobra, quando de repente um barulho, eu dou com o triciclo em umas prateleiras frágeis, cai tudo em cima de um homem. Que vergonha! Todo mundo vem olhar. O homem simpático, veio perguntar, se eu queria ajuda, eu pedi mil desculpas para ele e pra moça, simpática também, que foi arrumar a zona que eu fiz. Saí batida, queria sumir dali!
Quando encontrei o meu pai, ele me perguntou que barulho foi aquele. Ou seja, ele conhece a filha que tem!
Mas foi a primeira batida que eu dei! Foi culpa do triciclo.
Até mais,
bjo,
Carol


Sexta-feira eu com a minha irmã (Luisa) e com a minha prima (Cristiane), fomos na Rua João Cachoeira, comprar um vestido para a Luisa ir a uma festa de 15 anos.
Nós paramos em três lojas, a primeira tudo bem, tinha vaga na porta, não tinha degrau para entrar na loja, no entanto era cara e eu não gostei da dona da loja. A segunda loja não tinha vaga na porta, tivemos que procurar vaga e ir andando, as calçadas uma vergonha, buracos para todos os lados! Chegando a loja, tinha um degrau enorme e a largura da porta era muito estreita. Se fosse uma cadeira de rodas, ia ser um trabalho do cão. A Cris e Luisa não iriam conseguir subir com uma cadeira de rodas, até porque a Cris está grávida, mas gostei das vendedoras. Fomos para a terceira loja andando, essa tinha rampa e um atendimento dez!
Eu e Cris fizemos questão de elogiar a loja.
Absurdo são as calçadas do nosso país!
Até mais,
bjo,
Carol
Hoje eu quero ver o pôr do sol, e amanhã quero ver o sol nascendo novamente!
Até mais,
bjo,
Carol
Quando eu era pequena minha mãe me dizia que eu tinha um bichinho dentro da minha cabeça, por isso que eu precisava de ajuda de outras pessoas. Meus pais não tinham como me explicar o que tinha acontecido comigo, por isso inventaram essa história.
Eu achava que um belo dia esse bichinho ia sair de dentro da minha cabeça! Então eu falava: quando eu ficar boa, eu vou fazer tal e tal coisas. Na escola quando o tema da redação era minha vida, eu sempre colocava que meu maior sonho seria eu ficar boa.
Essa ilusão durou mais ou menos até os 12 anos de idade. Foi aí que eu percebi que eu não ia ficar boa, foi difícil deparar com a realidade. Sofri muito, mas ainda bem que eu sofri, pois foi daí que veio a minha aceitação.
Até mais,
bjo,
Carol
Quando se tem amor, não há preconceito!
Até mais,
bjo,
Carol
Estava conversando com a minha fono, Lucia, sobre um novo projeto de trabalho que eu quero desenvolver. Eu estou pensando em trabalhar com crianças, adolescentes e adultos portadores de necessidades especiais e com os seus pais, mas quero trabalhar principalmente com portadores de Paralisia Cerebral.
Eu vejo muitas pessoas, que têm alguma deficiência, tendo uma vida “comum”, estudando, trabalhando, amando, construindo uma família e etc. No entanto não vejo isso acontecer com pessoas portadoras de Paralisia Cerebral. Aqui mesmo na internet tem pouquíssimos blogs,e , no mercado de trabalho acho que deve ser algo muito escasso. Eu estudei em algumas escolas e em duas faculdades, só vi um portador de Paralisia Cerebral em uma das faculdades, e mesmo assim eu e uma amiga ficávamos observando, ele estava sempre sozinho.
Onde estão essas pessoas? Como elas são criadas? Tem muito mito no termo Paralisia Cerebral?
Eu conheço somente duas pessoas, eu e meu namorado, que somos portadores de Paralisia Cerebral, porém temos uma vida “comum”.
Eu vou fazer um trabalho parecido com o trabalho que fizeram comigo. Quero que as pessoas portadoras de Paralisia Cerebral apareçam mais nas ruas, mas não como vítimas, e sim como pessoas “comuns”!
Vou me empenhar para tentar tirar o mito que existe na palavra e na patologia Paralisia Cerebral.
Até mais,
bjo,
Carol
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque