É brincadeira!

Ontem eu fui para aula, quando chego lá, quando fui entrando no prédio com o meu pai, veio uma senhora em nossa direção. Eu logo penso: qual vai ser o pepino desta vez comigo!?
 Ela falou então para o meu pai, que era melhor nem subir, porque estava tendo um problema elétrico e não haveria aula. Eu dei um sorrisinho sem graça, aí ela disse com aquela vozinha :  Olha!  Acho que ela gostou da notícia, vai poder ir para casa mais cedo.
Na hora eu pensei: Não acredito!
 Em um prédio onde só tem pós-graduação, alguém acha que eu tenho algum problema mental, é brincadeira!


Até mais,
bjo,
Carol 

A torrada não pode fugir!

Terça-feira eu estava aqui em casa com a minha linda sombrinha,a  Laís, de nove messes, enquanto minha mãe terminava uma encomenda. A Laís estava no carrinho, brincando, rindo e gritando comigo.
Minha mãe trouxe uma torrada para mim e outra para a Laís, ela amassou a torrada e comeu o pedaço que ficou na mão. Quando este pedaço acabou, ela ficou pedindo mais, então eu fui catar os cacos no carrinho, que estava cheio. Peguei um pedaço e fui em direção a boca da Laís, esta agarrou a minha mão e ficou chupando o pedaço da torrada, e fizemos isso umas duas vezes.
 Achei lindo e engraçado!
Ela deve ter pensado: deixa eu segurar essa mão meio doida, para ela não fugir com a minha torrada!

Até mais,
bjo,
Carol 

Paciência




O portador de necessidades especiais tem que ter muito mais paciência, do que qualquer outra pessoa. Porque dependemos do outro para fazer muitas das atividades básicas, isso requer que o outro esteja disponível e queira ajudar.
Eu, muitas vezes escuto “já vou, um segundo”, espero na boa, mas às vezes é difícil, porque ou estou apertada para ir ao banheiro ou simplesmente não estou a fim de esperar e acho justo. É isso que mais me enche o saco, não ter certa independência para fazer algumas coisas no momento em que eu quero.
 No entanto acho que eu até consigo conviver bem com isso e tenho paciência. Tem gente que fala que eu não tenho paciência, mas quem fala isso, nem sabe o que está falando, não sabe o que é paciência, e como é chato ter que ter-la 24 horas !
Paciência!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Até mais,
bjo,
Carol 

Brasil


Primeiro jogo, o país parou.


Hoje é dia de


 festa!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!



 A gente só ouve som de corneta na rua..


 Brasileiros são muito animados.


Boa sorte Brasil!


Até mais,
bjo,
Carol 

Uma época muita boa da vida


Ontem à noite eu falei com uma grande amiga, a Natty, com quem  há muitos anos eu não falava, inclusive ela disse que acompanha o blog. Que saudades daquele tempo bom da adolescência, a gente aprontou muito. Éramos quatro  grandes amigas, eu, Iza, Natty e Jô.
Jô era a mais velha, ela foi a minha escriba em Belo Horizonte, a pessoa que me ajudava na escola, nós nos tornamos muito amigas, tanto é que anos depois ela me deu um dos melhores presentes que eu  já ganhei, a Letícia, minha afilhada. A Iza eu conheci na primeira escola, em que estudei em Belo Horizonte, daí em diante a gente não se separou mais, era muita sintonia entre nós duas, fazíamos tudooooooo juntas, era incrível! Inclusive mudamos de escola juntas, e aí encontramos a Natty e  pronto! O grupo estava formado. Ah, tinha também o Dudu, namorado da Jô, hoje marido, ele e seu carro, Uno azul, levava a gente pra farrear. Era muita risada, eu sempre tive um sério problema com risada, quando dou muita risada, eu faço xixi! Só que eu não era única, a Natty também, então éramos duas mijadas, que horror!
 Temos várias histórias, aos poucos vou contando aqui algumas. Foi uma época muita boa da minha vida.
Amo essas pessoas, faz tempo que não as vejo, estou com muita saudades. Espero em breve poder ir a Belo Horizonte para rever o pessoal e a minha afilhada, que tem uma madrinha desnaturada!

P.S. Vou colocar só a foto da minha afilhada, porque dos outros eu tenho que escanear, e aí ponho depois.

Até mais,
bjo,
Carol 


Um E.T!!!!

Acredito que realmente as pessoas hoje em dia estão um pouco mais acostumadas com o portador de necessidades especiais nas ruas.
Eu percebo isso comigo mesma, pois quando eu era criança, tudo mundo me olhava. Nossa! Tinha gente que parava na minha frente e ficava olhando, era tão ridículo, haviam outras que vinham perguntar o que eu tinha e outros que até mesmo se afastavam. Eram situações desagradáveis, parecia que eu era um E.T!
Com o tempo fomos aprendendo a conviver com isso, e criamos artifícios para fazer dessas situações algo menos constrangedor e tornar uma coisa mais divertida.
Então o povo olhava e a gente perguntava se tinha perdido alguma coisa. Minha mãe às vezes falava:corre que a doença dela pega! Quando estava num shopping, que pegávamos uma cadeira de rodas, quase sempre alguma pessoa parava na minha frente e ficava olhando, então meu irmão me cutucava e eu dava um berro na cara do individuo, aí a pessoa tomava um susto e saia correndo, era engraçado. Eu também já dei cada resposta desaforada! E assim foi durante tudo a infância e parte da adolescência, hoje eu praticamente não percebo olhares para mim.
Acho que não sou mais um E.T, ou o povo já se acostumou com E.T ou eu que me acostumei com os olhares!
Mas realmente o portador de necessidades especiais está mostrando mais a cara e com isso as pessoas vão percebendo que não são E.Ts, mas sim seres humanos com necessidades especiais, que vieram com defeito de fabricação ou algo aconteceu no meio do caminho!

Até mais,
bjo,
Carol

Dia Dos namorados


AMOR
1985 - AMAR SE APRENDE AMANDO

Carlos Drummond de Andrade



O ser busca o outro ser, e ao conhecê-lo acha a razão de ser, já dividido.
São dois em um: amor, sublime selo
que à vida imprime cor, graça e sentido.

"Amor" - eu disse - e floriu uma rosa
embalsamando a tarde melodiosa
no canto mais oculto do jardim,
mas seu perfume não chegou a mim.

Feliz Dia Dos namorados a todos.

Namorar e amar são uma das melhores coisas da vida!

Aproveite!

Até mais,

bjo,

Carol

Monstro

Eu apenas vou comentar o caso que ouvi ontem na radio Band News, que me chamou a atenção.

Em Pinheiro, a 340 km de São Luís, no Maranhão um pai, se é que pode chamar um sujeito desse de pai, foi preso em flagrante, pois abusou sexualmente da filha Sandra Maria Moreira, de 28 anos, ele faz isso desde quando ela tinha 12 anos. Eles tiveram sete filhos, durante esse período longo, que duraram 16 anos. As crianças têm entre 12 anos e 2 meses.

Este sujeito proibia a filha e as crianças de qualquer tipo de contato com as outras pessoas, elas são analfabetas, enfim vivem em um estado critico. Ele ainda não satisfeito com o estrago que já tinha feito, conseguiu piorar; abusou mais duas crianças que ele teve com a filha.

Não sei como estas oito pessoas conseguiram viver assim durante 16 anos.

Como deve ser a cabeça destas pessoas?

Passaram 16 anos sem contato social. Não sei o que estas pessoas viam dentro de casa, certamente não era um ambiente familiar saudável, para uma criança se desenvolver.

Eu sinceramente não o que esse sujeito merece. Isso para mim não é um ser humano, mas sim um monstro!

Até mais,

bjo,

Carol

" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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