Eu
já tinha pensado no post de hoje e coincidentemente fui olhar uns blogs antes,
achei um post com o tema bem parecido com o meu. O blog foi o da Mari Hart, Diário
Da Mãe Polvo, ela pegou em um ponto que eu vou falar, com diferença é que vou falar
de uma experiência na minha na fase adulta e a Mari falou de criança. Muito bom
o seu texto, vale conferir!
Estava
conversando com uma mãe ontem, ela estava falando que um dos filhos, fica
rindo, sacaneando, brincando (sem maldade) com a irmã que tem uma deficiência,
a mãe falava rindo e também ri. Lembrei-me do quanto meu irmão me sacaneava
quando éramos pequenos e até hoje ele e as outras, irmãs, não perdem a
oportunidade.
Tem um texto novo no site Meu
Filho É Deficiente, E AGORA?
O texto é: O brincar, a criança com deficiência e
família!
Até mais,
bjo,
Carol
Minha
irmã, Luisa, ontem me mostrou um vídeo fofo demais, eu me emocionei, claro. Então
a Luisa me sugeriu colocar aqui no blog.
No
ultimo post, eu indiquei um livro e hoje vou indicar outro, mas esse eu já li e
me apaixonei, é uma leitura fácil, gostosa e reflexiva. Sulamita, autora do
livro, conta a sua historia com Bi, apelido carinhoso do seu filho Gabriel, e da
família.
Assisti, agora pouco, a entrevista da
Flávia Cintra, falando sobre o lançamento do seu livro, Maria de Rodas. O livro
conta a historia da Flávia Cintra, da Tatiana
Rolim e da Carolina Ignarra, elas são mães e falam sobre ser mãe com deficiência.
Eu ainda não o livro, com certeza vou ler e ai venho com mais detalhes dessa
leitura que deve ser gostosissima, emocionante e o melhor começa quebrar o tabu
que é achar que a mulher com deficiência não pode engravidar.
Eu
acabei de fazer um texto falando de uma lei que diz que a criança com
deficiência não pode ser reprovada na escola, eu errei isso não é uma lei, mas
sim uma resolução e serve para todas as crianças sem e com deficiência.
Ouve-se falar de inclusão para cá, inclusão para lá e
na pratica, onde está essa tal de inclusão?
Eu
acabei de receber um email de uma amiga, me falando sobre o Censo-Inclusão
de Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida. Já tinham me
falando, eu já tinha visto, mas foi com esse email que eu cai na real de como a
ideia é bacana.
Acho
sim que mãe tem que ter um dia especial para ela. Um dia, para a gente, filho,
paparicar, tentar, pelo menos, corresponder e agradecer todo o amor que ela tem
pela gente, claro que elas merecem isso todos os dias, mas nessa data, podemos,
devemos fazer um algo a mais.
Mãe,
palavra linda, mágica, vai além de amor. Sei lá, é um amor que não precisa ser
retribuído, ele começa de um minuto para outro e vai crescendo a cada segundo,
é fantástico!
Desejo
a todas as mães, um belo dia das mães!
Até mais,
bjo,
Carol
Eu
vivo indicando leituras no blog da Mari Hart, Diário De Uma Mãe Polvo, hoje vou
indicar um vídeo que ela gravou, lindo, para um outro blog. Nele a Mari fala
como ser mãe de uma criança deficiente, conta as dificuldades e as alegrias do
dia a dia. O vídeo é todo, é verdadeiro, sem aquela velha hipocrisia!
Ela
comenta é sobre o termo Especial,
algo que falei aqui semana passada, a sua visão é interessante.
Vale
a pena assistir!
Blog: Mamatraca
Até mais,
bjo,
Carol
Hoje vou continuar aquele post
que falei sobre Paralisia Cerebral,
A Paralisia
Cerebral, o sujeito e a sociedade! Parte 1, http://carolcam.blogspot.com.br/search/label/Paralisia%20Cerebral.
Demorei para escrever a segunda parte, pois tenho que pensar, refleti, escolher
dentro do tema o que quero focar, enfim preciso de tempo, buscar outras fontes,
estudar, conversar, escutar outra opiniões.
Ontem
estava conversando sobre como a gente não deve julgar algo, alguém, uma ação,
essas coisas que querendo ou não a gente faz diariamente. Quando digo julgar,
estou pensando no preconceito, é, porque o preconceito é um julgamento sem o
menor conhecimento prévio.
Tem
algumas coisas no “mundo da deficiência” que não me incomodam, já outras eu
fico incomodada. Me incomoda, por exemplo, certas nomenclaturas como especial, já falei disso aqui, acho,
mas quero apertar novamente nessa tecla!
Para
começar uma pessoa especial para mim,
são meus pais, por diversas razoes, não vamos enumeraras, porque se não fico
aqui até amanhã. Mas enfim a pessoa especial
tem um significado, acho que deu para entender, né?
Estava
lendo agora no facebook, uma pessoa falando do medo das empresas de contratarem
pessoas com deficiência, medo que aquela pessoa não se adapte, medo que os colegas
não o integrem, medo de não ter capacidade de lhe fornecer o que ele precisa, material,
acessibilidade, medo que aquela pessoa pense que só nos aproximamos por pena.
Essa pessoa disse também que é a gente, pessoa com
deficiência e os pais que têm o dever de lhes mostrar a outra
realidade! Concordo plenamente quando fala que é a gente que tem que ir
quebrando os preconceitos, é um dever nosso.
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque