Titãs - É Preciso Saber Viver


        Eu vou me ausentar do blog até segunda-feira.







Desejo a todos um ótimo final de semana!


Até mais,
bjo,
Carol 

Rock in Rio, uma vergonha!


       Eu não acredito, não tem acessibilidade no Rock in Rio!
 Um evento enorme, tem gente vindo de todos os lugares do Brasil e do mundo. Em uma época que a sociedade está falando em inclusão, em acessibilidade, enfim aparentemente parece que estão pensando mais nas pessoas com deficiência.
Mas ai surge um evento desse tamanho, com o slog, Para Um Mundo Melhor. Um espaço enorme com o nome Cidade Do Rock, lá dentro tem de tudo, até roda gigante. Pensaram em “tudo”, quiseram fazer uma cidade fantástica, incrível, uma cidade dos sonhos. Muito legal até aqui!
Eu coloquei a palavra tudo entre aspas, porque no mundo da inclusão, esta cidade está completamente fora da realidade, pois na realidade há pessoas com deficiência, porque não há acessibilidade. Ou será que a inclusão, a fala de que as pessoas com deficiência têm que ter um espaço sociedade é apenas hipocrisia, fica somente na fala, no papel?
 Vendo pelo Rock in Rio, a gente já tem a resposta.
 Mas como eu trabalho com e para a inclusão, eu só posso dizer que a falta de acessibilidade no Rock in Rio é vergonha, lamentável!

Eu queria ir ao Rock in Rio, não fui por outros motivos, jamais pensei que ia ter esses tipo de problemas no Rock in Rio, um evento internacional.

Até mais,
bjo,
Carol 

Não é difícil ajudar uma pessoa com deficiência!


Li agora o post, no blog da Mari Hart, sobre como ajudar uma pessoa com deficiência, já falei disso aqui, porém é algo que temos falar sempre.
Ninguém tem obrigação de saber como ajudar, por isso o ideal é perguntar se quer ou não ajuda e como pode ajuda. Olha que nesse caso o ideal é bem simples, só requer comunicação e a escuta. A pessoa com deficiência ou o acompanhante sabem explicar muito bem o que o outro precisa fazer.
 Não há necessidade de adivinhar,  ficar apreensivo, com medo, enfim ajudar uma pessoa com deficiência não é um bicho de sete cabeça, não tem que fazer um doutorado de como ajudar!

Até mais,
bjo,
Carol 

Babá, às vezes são necessárias!


        Como é difícil encontrar ou saber quem é a pessoa ideal para ajudar a cuidar do nosso filho.
 Eu, outro dia, ouvi uma entrevista com o ator Pedro Cardoso, ele questionava qual seria o preço  justo para pagar aquela pessoa que vai ficar com o nosso filho. É claro que virou uma questão utópica, porque filho não tem preço, fica inviável pagar alguém pensando nessa questão.
 Vamos votar a nossa realidade! Eu ainda não tenho filho, mas sei os absurdos que as babás comentem. Têm famílias que podem, é um privilegio, escolher ter ou não babá, pois algumas trazem mais problema do que solução, tem aquilo é ter alguém estranho dentro de casa e o pior mexendo, cuidando do nosso filho. No entanto, tem gente que não pode escolher, porque precisam trabalhar, tem mais filhos, enfim têm pais que dependem de babás. E ai eles precisam aturar cada coisa inacreditável.
Outro dia a babá da minha sombrinha, 2 anos, deu um iogurte, flãn, não lembro bem o que era, mas enfim estava vencido a mais de um mês.
 Quando eu vejo essas coisas, fico pensando em mim, eu logicamente vou precisar, infelizmente, de uma babá quando tiver o meu filho, pois seria sacanagem minha contar apenas com a minha mãe, até porque ela já teve os dela e ela quer ser avó!
Com babá ou sem, o importante é ficar sempre perto do filho, pois o amor de pais é insubstituível.


Até mais,
bjo,
Carol 

Paralamas do Sucesso e Titãs - Meu Erro (Rock in Rio 2011)




Um excelente final de semanas!

Até mais,
bjo,
Carol 

Adolescentes com Paralisia Cerebral


Eu fiz alguns posts falando sobre adolescência, falei dos programas de televisão que não aborda muito o tema de adolescente com deficiência. Depois fiz outro post falando que o programa Malhação trouxe para  a trama um jovem com deficiência visual e um outro que sofre um acidente e está em uma cadeira de rodas, eu não sei se ficou paraplégico, tetraplégico ou é provisório, milagre de novela.
Voltando ao assunto, vou me especificar, pensando na Paralisia Cerebral, onde estão esses jovens? Eu conheço e acompanho varias mães de crianças com Paralisia Cerebral, mas não mães de adolescentes ou eles próprios. Estou com uma ideia que surgiu ontem com a Lucia, minha fono, de começar uma pesquisa sobre os adolescentes com Paralisia Cerebral.
Porque a gente sabe que a inclusão está caminhando, mas falando fracamente a inclusão esqueceu das crianças e dos jovens com Paralisia Cerebral. Sinceramente a Paralisia Cerebral ainda é um tabu para a sociedade. Precisamos mudar isso, as pessoas com Paralisia Cerebral precisam aparecer mais.

Até mais,
bjo,
Carol 
 

Primavera


Não posso deixar de falar: é primavera, adeus frio chato. Que venha o sol, as flores, o dia fica lindo nesta época..
A natureza é perfeita!

Até mais,
bjo,
Carol 

Passeata da Superação


Está acontecendo agora, 21/09/11, no Rio De janeiro, minha cidade maravilhosa, a passeata Superação Rio 2011. O evento começou às 9 horas, com concentração na Candelária. É a primeira vez que a passeata acontece no centro da cidade, os organizadores acreditam que agora vai chamar mais atenção.
 O objetivo do movimento é tornar a cidade mais acessível. Haja trabalho!
A passeata terá como destino a Cinelândia, local onde acontecerão as manifestações. Novamente, os organizadores e as entidades parceiras entregarão às autoridades uma “carta manifesto” reivindicando os direitos de todas as pessoas.


Até mais,
bjo,
Carol 

A pessoa com deficiência busca universidade depois de conseguir emprego


        Normalmente as pessoas, primeiro escolhem uma profissão, entram na faculdade, se formam e começam a trabalhar, seguir uma carreira. Mas parece que não é isso que acontece com as pessoas com deficiência, elas primeiro começam a trabalhar e ai escolhem uma profissão, entram na faculdade.
Por um lado, eu acho bem interessante, pensando na maturidade, olhando como é na pratica. Coisas que geralmente o jovem quando escolhe uma profissão não sabe muito sobre a carreira. Por outro lado, me vem à cabeça, a ideia de que a pessoa com deficiência não escolhe  a profissão por vontade, vocação, prazer ou apenas por curiosidade, mas porque foi a oportunidade que ela teve.
Quando levanto essa questão, eu penso em mim, eu se fosse trabalhar antes de entrar na faculdade, jamais ia ser psicóloga, logo não ia ser realizada profissionalmente, coisa que ainda serei algum dia.
Não sei se a minha discussão ficou clara, pois a gente sabe que entre a escolha da profissão, a formação e a realização profissional, têm milhões de passos, obstáculos que todo mundo enfrenta. Mas aqui gostaria de dizer é que não seria interessante que virasse regra, que todas pessoas com deficiência, começam a trabalhar antes de escolher uma profissão.

Até mais,
bjo,
Carol 


Não é um passe de mágica!!!


       
       Há algum tempo, eu falei do absurdo da novela, Insensato Coração,  quando Pedro, Eriberto Leão, larga a cadeira de rodas meses depois de perder o movimento das pernas. 
Vire mexe isso acontece nas novelas ou aparece alguém que por algum motivo estava na cadeira de rodas e do nada saiu andando em passe de mágica!!! Quando vem uma reportagem sobre alguém que era cadeirante e fez um determinado tratamento, por isso voltou a andar. As reportagens costumam trazer apenas o resumo do resumo, sem o menor cuidado. A gente sabe que tem casos e casos, etapas e assim por diante. A mesma coisa é quando uma novela ou filme promove a “cura” de alguém de uma forma simplista.
 Esses erros que os meios de comunicação comentem só trazem malefícios para a sociedade, pois colocam como verdades aquilo que é errado, é falso ou não é tão fácil. Gerando mais preconceito, menos informação e cultura, e é claro desconhecimento total.
 Os meios de comunicação, as novelas e os filmes devem tomar mais cuidado, porque a vida não é feita assim no passe de mágica!!!

Até mais,
bjo,
Carol 

Vagas reservadas para pessoas com deficiência, o próprio nome já diz tudo!


Li agora o post da Mariana Hart, http://contosmamaepolvo.blogspot.com/2011/09/educando-adultos.html, sobre os maus educados que param nas vagas reservadas para pessoas com deficiência. Sei muito bem que isso acontece e que atrapalha muito as pessoas com deficiência e aquele que está acompanhando.
Eu até tento entender a tentação de olhar uma vaga vazia e o estacionamento lotado, mas é nesse momento que a gente percebe quem tem, de fato, educação, que consegue pensar no próximo, sabe que alguém está contando com aquela  vaga. Porque as vagas reservadas não estão ali de enfeite, elas têm uma função, que diga de passagem é uma baita ajuda para quem precisa realmente.
Hoje é sexta-feira, final de semana está ai, vamos aproveitar, mas com mais respeito!

Até mais,
bjo,
Carol 

Texto no site


Tem um texto novo no site Meu Filho É Deficiente, E AGORA?

 

O texto é: Mais uma vez, a família em foco

                                                                             

Endereço: http://www.meufilhodeficiente.com.br/?p=268


Até mais,
bjo,

Carol 

Acessibilidade nos consultórios médicos é básico!


O ser humano parece que não pensa no outro, que também é ser humano. Li um post no blog, Mão na Roda, sobre a ida ao médico de uma pessoa com deficiência física, algo que deveria ser fácil, estou falando da acessibilidade.
 Acho que os médicos têm que olhar para isso, os consultórios, normalmente, são em casas e têm escadas ou então em prédios com escadas também. Claro que a gente encontra  consultórios acessíveis, porém tem que procurar.
 Mas agora vou ser radical; todos os consultórios deveriam ser pensando em lugar onde TODOS pudessem ir, afinal ficar doente não é privilégio das pessoas sem deficiência física! No entanto ser que isso vai demorar um pouquinho, pois é difícil ou quase impossível as pessoas se conscientizarem que no mundo há pessoas com deficiência, são seres humanos também, com as mesmas necessidades ou parecidas!
Por isso o blog, Mão na Roda, deu uma ideia muito boa, mas eu considero paliativa. A ideia é que os convênios coloquem um símbolo de acessibilidade no guia de consulta para os médicos que atendem em locais acessíveis.

Até mais,
bjo,
Carol 


Por que não?

É  um grupo de teatro de jovens com Síndrome de Down representando uma atuação simples, bonita e com muita sensibilidade. Ao final dois jovens com síndrome de down se beijam, mostrando que todos podem viver sua sexualidade.




Até mais,
bjo,
Carol 

Limitado não!


É comum, as pessoas acharem que o sujeito com deficiência é limitado e por isso esse sujeito muitas vezes se incomoda com a afirmação. Por que tem muita gente com deficiência que não se acha limitado, isto é, olha para a sua deficiência, sabe muito bem lidar com ela, vai fazer as atividades que a pessoa é capaz de realizar. Como qualquer outra pessoa, pois ninguém consegue fazer tudo nesta vida.
Varias coisas limitam muito mais a pessoa do que a própria deficiência, como a preguiça, outras pessoas que são inteligente e “perfeita” e que não consegue dar um passo na vida. Fica estagnada sem fazer nada por si, vendo o tempo passar. O que quero falar é que a pessoa com deficiência tem sim uma serie de obstáculos, diversos deles é a própria sociedade que coloca, mas nem por isso ela é um ser limitado.
Veja bem limitação é aquele que se paralisa, não tem ação no sentindo de melhorar a vida, de ir buscar aquilo que deseja, construir, fazer escolhas.
Não estou negando a deficiência, ela existe, tem momentos difíceis por causa dela, tem horas que enche o saco, parece que a força vai embora e o telhado desaba na nossa cabeça. Quem vive com uma pessoa com deficiência ou é, sabe o que estou falando. Então longe de mim dizer que tanto faz ter ou não uma deficiência.
O meu objetivo é desmistificar  a palavra limitado, a pessoa com deficiência tem limitações, porém não é um ser limitado!

Até mais,
bjo,
Carol 

Texto no site


Tem um texto novo no site Meu Filho É Deficiente, E AGORA?

 

O texto é: Incluir é cuidar

 

Endereço: http://www.meufilhodeficiente.com.br/?p=249


Até mais,
bjo,

Carol 

" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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