Indiferença com a diferença na família!



Segunda-feira coloquei aqui no blog uma indicação de um texto no blog Deficiente Ciente, e falei que ia comentar sobre essa questão.       
Pais, irmãos e a própria pessoa com deficiência sabem que na dentro da própria família tem preconceito, não sei se estou sendo forte demais usando essa palavra, mas enfim quem passa por isso sabe o que estou falando. Têm certos familiares que não se aproximam da pessoa com deficiência, por medo, vergonha, não quer ajudar, se sente incomodado com a diferença tão aparente ou por qualquer outro motivo, que para mim não é desculpa e sim porque é mais fácil ficar longe, não se envolver. É mais ou menos como se fosse um filme, a gente até assisti, mas aqui somos apenas telespectadores, tem uma tela entre a gente, protegendo, pois ai não tem como participar do filme!
É uma vergonha eu escrever um texto desse em pleno século XXI, onde estamos ouvindo muito sobre inclusão,  preconceito, diversidade e tudo mais.....
O primeiro lugar onde a gente deveria encontrar de fato a  inclusão, integração, um ambiente acolhedor. Sem essa de tabu, falar sim sobre a deficiência com os pais, com a pessoa, com todos ali da família, pois a deficiência existe. Isso vai ser um grande passo, afinal a inclusão começa em casa.

Até mais,
bjo,
Carol 

Uma Vida Acelerada


        Vou contar uma historia que eu li, achei bonita, interessante, vale a pena ler.
Um adolescente, 17 anos, foi diagnosticado com câncer nos ossos. Descobriu a doença após começar a sentir dor no braço durante messes, pois ele achava que era por causa das partidas que ele jogava de futebol e tênis.
Quando soube do diagnostico, o câncer já havia se espalhado para seus pulmões. Fez um tratamento intensivo, mas não teve progresso.
 Então Alex Lewis  decidiu que ia curtir a vida ao máximo. Nos três anos, o jovem aproveitou coisas, teve sensações incríveis, como pular de pára-quedas, dar de buggy nas dunas de Dubai e mergulhar após saltar de um penhasco. Alex Lewis  também conheceu a mulher da sua vida, apaixonou, casou e amou. Ficaram juntos até o fim.
Alex Lewis foi apaixonado pela vida, morreu acreditando que realmente teve uma vida completa!

A história de Alex foi tema do documentário Alex: A Life Fast Forward (Alex: Uma Vida Acelerada), do canal de TV britânico BBC Three.

Até mais,
bjo,
Carol 

Indiferença com a diferença na família


Hoje não escreve um post, porque vou deixar uma dica de leitura de um texto bem bacana que achei hoje.
É um texto que cai como uma luva para as famílias que tem uma pessoa com deficiência. Vou colocar o endereço e ainda essa semana vou falar sobre esse assunto.



        Texto:  Indiferença na própria família perante a pessoa com deficiência


Até mais,
bjo,
Carol 

O Rei Leão 3D




        
        Sexta-feira, obaaa!
Eu ia escrever hoje sobre amizade, mas acabei de ver que vai estréia nos cinemas Rei Leão – 3D, como sou fã, decidi indicar o filme para a criançada, neste final de semana.
 Eu acho um excelente programa, é um filme apaixonante, trilha sonora maravilhosa, imagem belíssima, historia fantástica, enfim tudo de bom..  

Fica ai a dica!

Até mais,
bjo,

Carol 

Texto no site

Tem um texto novo no site Meu Filho É Deficiente, E AGORA?

 

O texto é: Inclusão, de novo esse tema

 

Endereço: http://www.meufilhodeficiente.com.br/?p=244

 

Até mais,
bjo,

Carol 

Jovem transforma cadeira de rodas em skate




Incrível!!!!

Até mais,
bjo,
Carol 

Malhação


Outro dia fiz um post falando dos adolescentes com deficiência, Os adolescentes com deficiência.

Comentei que os programas de adolescentes, não têm nenhum jovem com deficiência. Dei o exemplo do seriado da Rede Globo, Malhação, que é especifico para adolescentes e eles simplesmente ignorava o fato que sim jovem com deficiência no mundo. Mas parece que as coisas estão mudando, fiquei sabendo que a nova temporada da Malhação vai ter um adolescente com deficiência visual.

Agora, vamos ver como vai ser! Quando começar, eu venho comentar.

 

Até mais,
bjo,
Carol 

Caminhando devagar, mas sempre tendo conquistas e comemorando!


        A pessoa com deficiência, a sua família e amigos mais próximos, sabem que alguém com deficiência caminha um pouco mais devagar que os outros.  
Mas eu vejo um lado nessa historia que considero muito bom, que são as pequenas vitorias que temos com cada passo que demos. Não estou escrevendo um texto de auto ajuda, até porque não gosto, acredito que ele escrevem aquilo que a gente quer ouvir, é puro senso comum, já falei disso aqui, eu acho!
O que estou falando aqui, pode ser comprovado por qualquer mãe que tenha mais do que um filho e um com deficiência. Isto é as conquistas da pessoa com deficiência são mais valorizada, pois exige mais esforço, dedicação, entusiasmo, força, garra, enfim para cada passo dado tem todo um trabalho realizado!
Vamos voltar para aquela mãe ali em cima, supondo que ela tenha dois filhos, um sem deficiência e o outro tem uma deficiência física. O primeiro deu os primeiros passos com 11 messes, que emoção, lindo! O segundo filho por causas das limitações, começou a dar os primeiros passos com 5 anos, nossa, tem choro, tem torcida, comemoração, festa, muita emoção, tem de tudo, inclusive estimulo para os outros obstáculos.
 Realmente é uma festa a cada  passo, isso é muito bom, falo isso de carteirinha!

Já fiz um texto bem parecido com esse, mas só percebi agora. Vou postar, porque está feito e é bom também para retomar este assunto.

Até mais,
bjo,
Carol 

Mãe perto dos filhos!


Faz alguns dias que li um post no site Deficiente Ciente que chamou a minha atenção. Neste mundo tem tantos absurdos, que a gente nem imagina.
Abbie Dorn, de 34 anos, sofreu danos cerebrais após o nascimento dos trigêmeos, por isso ficou paraplégica e com problemas mentais. Desde então o pai das crianças, ex-marido da Abbie Dorn, não quer que os filhos vejam a mãe, pois segundo ele as crianças podem ficar traumatizadas ao verem a situação em que a mãe está. As crianças nasceram há quatro anos, e até hoje elas não sabem do estado da mãe, isso porque o pai não contou sobre o acidente.
 Mas o juiz da suprema corte de Los Angeles determinou que as crianças poderão visitá-la durante cinco dias consecutivos por ano, o pai também vai ter que deixar que as crianças se comunique  com a mãe através do Skype e na casa deles, vai ter um espaço dedicado a mãe, com fotografias e recordações. Essa espécie de santuário precisa estar aberto e disponível para os filhos 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Abbie Dorn não consegue se movimentar, mas ela responde perguntas com “sim” e “não” e é capaz de ouvir sons e ver imagens. Assim sendo, Abbie Dorn pode ver e ouvir seus filhos e eles podem interagir com a mãe. Essa relação com certeza vai fazer bem para a mãe e para as crianças, afinal mãe e filhos é um relacionamento único!


Até mais,
bjo,
Carol 

Cazuza - Exagerado





Um fantástico final de semanas!

Até mais,
bjo,
Carol 

Devotees e a diversidade humana!

Fiz já um post sobre os devotees, falei na época que não dominava o assunto, continuo não  dominando. Mas quero discuti-lo aqui, porque podemos olhar para esse tema de vários ângulos. Vamos ao assunto.

Segundo o dicionário: devotee ou devoto é aquele que denota devoção ou um admirador. Assim quando ligamos o termo devotee com deficiência, podemos pensar naquele sujeito que é devotado, defensor de pessoas com deficiência. Até ai, poxa que legal, tem gente pensando nas causas das pessoas com deficiência, eu acho o maior barato! Quanto mais gente lutar pela inclusão, melhor vai ser. Esse é um dos ângulos que podemos olhar.
Um outro ponto desta questão é que os devotees sentem amor paternal, maternal, mas também sentem atração física ou paixão. Interessante esse ponto, pois é sinal que as pessoas com deficiência também são olhadas com aquele olhar de paquera, sedução, prazer e amor. Tem gente que gosta, de fato, de se relacionar ou conviver com as diferenças, ou seja, admira a diversidade humana! Perfeito até aqui, o ser humano, em geral, podia ser devotee, riso!
Bom, mas nem tudo são flores, vamos para uma outra questão que não é tão legal assim. Vivemos onde há realmente a diversidade humana, então têm pessoas de todos os tipos. Logo há devotees que não estão procurando o que a gente falou a cima, eles querem satisfazer seus prazeres, seus fetiches, suas obsessões. Essas pessoas estão interessadas mais na deficiência do que na pessoa. Pessoa assim me faz lembrar da pedofilia, dos maníacos sexuais, estupro, violência doméstica, enfim todos os absurdos e as covardias que têm no mundo.

Voltando para os devotees, as pessoas com deficiência precisam, tentar, evitar o envolvimento com essa pessoa, para isso a pessoa com deficiência tem que gostar de si mesma e se valoriza, isso serve para qualquer mulher. Como tudo na vida tem o lado bom e o lado ruim, isso se chama diversidade humana!

Até mais,
bjo,
Carol 

Os adolescentes com deficiência


Outro dia coloquei um texto no site, http://www.meufilhodeficiente.com.br/, falando sobre a adolescência, O adolescente com deficiência também é jovem.
O texto relata que a adolescência, é uma fase de transição entre a infância e a idade adulta, que todas as pessoas passam por isto. Eu falo todas as pessoas, porque parece que as pessoas com deficiência não têm lugar nessa etapa da vida.
 Quando fiz este texto para o site, conversei sobre o assunto com a Lucia, minha fono, e a gente percebeu um enorme buraco na região dos adolescentes com deficiência. Cadê esse pessoal?
Na televisão, nos programas de adolescentes, como por exemplo, Malhação, não tem nenhum jovem com deficiência, isso um absurdo! Perguntei para minha irmã de 14 anos, auge da adolescência, se algum programa que ela gosta, tem adolescentes com deficiência, a resposta dela foi que não.
Há momentos, com esse, que tenho a impressão que a inclusão não passa de uma hipocrisia. Eu acredito na inclusão, mas vamos sair do papel!
Por que programa Malhação não coloca na sua historia personagem com deficiência? Estou falando do programa Malhação, porque é o que eu conheço.
 Jovens com deficiência também são adolescentes e têm as mesmas necessidades como qualquer outro.



Até mais,
bjo,
Carol 

A cidade ideal na visão de uma cadeirante






        Com acessibilidade, a cidade, a casa, enfim os lugares onde qualquer pessoa vai, fica melhor. Por que então é tão difícil ter acessibilidade?

Até mais,
bjo,
Carol 

Meu filho, meu herói

Na revista vejinha, São Paulo, desta semana, tem uma boa reportagem sobre pais com deficiência, Meu filho, meu herói.

Vale conferir!


Até mais,
bjo,
Carol 

A acessibilidade: nos transporte público está caminhando


Eu não uso transporte público. Mas fiquei sabendo que as coisas estão melhorando aqui em São Paulo.
Parece que quase todas as linhas de ônibus estão ficando acessíveis para as pessoas com deficiência. Hoje não tem mais elevador, mas sim uma espécie de rampa que liga o ônibus a calçada. Eu acho que assim fica realmente mais pratico, rápido, fácil, tem menos risco de quebrar, não tem a necessidade de um treinamento tão complexo para os funcionários aprenderem a manusear.
Aqui cabe uma pequena reflexão; o pessoal quando pensa em pessoas com deficiência, acessibilidade, enfim em coisas relacionada com deficiência, acha que tudo tem que ser complexo, grande, difícil. É muito melhor e mais eficiente quando apostamos em algo mais simples, sem muita frescura, funciona muito mais.
A acessibilidade está melhorando, aos passos de tartaruga, mas pelo menos não está parado como um parasita!


Até mais,
bjo,
Carol 

Pai-Fábio Junior




Um excelente final de semanas!

Um feliz dia dos pais a todos!

Até mais,
bjo,
Carol 

A pessoa com deficiência mental e a sua sexualidade


A pessoa com deficiência mental tem, como qualquer outra, necessidade de expressar seus sentimentos.
 Não é indicado reprimir a sexualidade dessa pessoa, pois a sexualidade é uma função natural, em todos os seres humanos. Mas infelizmente é comum as famílias não aceitarem que a pessoa com deficiência mental tem sexualidade, elas fazem isso, porque não sabem lidar com o assunto, é algo pouco falado. Por isso é fundamental que cada vez mais a gente aborde esse tema.
Quando a sexualidade é tratada de uma forma natural, sem fingi que ela não existe, ela melhora o desenvolvimento afetivo, promove a habilidade de se relacionar e a adaptação à sociedade.
Hoje em dia com a inclusão as pessoas com deficiência mental leve e moderada vivem integrados na comunidade, por isso estão como qualquer outra pessoa expostos a riscos, liberdades e responsabilidades. Então essas pessoas, também precisam saber das transformações físicas e sociais que acontece durante a adolescência.
Por isso os jovens devem entender tudo que for possível sobre sexualidade. Afinal eles estão vivendo em uma sociedade.






Até mais,
bjo,
Carol 

Falta acessibilidade, olhe para isso!


         
         Gente tem um vídeo no blog da Mari Hart, falando sobre a acessibilidade nas ruas da Barra Da Tijuca, Rio De Janeiro. É, bairro que quer imitar os Estados Unidos, mas está longe de ser, pois lá eles têm ruas descentes!
        Ai vai uma dica, quando quiser imitar algo ou alguém procure sempre imitar o lado bom!



Até mais,
bjo,
Carol 

Texto no site


 

Tem um texto novo no site Meu Filho É Deficiente, E AGORA?

 

O texto é: Saúde bucal

 

 

Até mais,
bjo,
Carol 



Professores precisam cofiar mais no seu trabalho!


    

    Já é um assunto conhecido aqui no blog, mas vou falar novamente, porque acho de extrema importância!
Os professores não estão acreditando no potencial do aluno, ou seja, eles não acreditam neles mesmo, no seu trabalho. Professor não pode rotular, desprezar, ignorar o aluno. Mas sim fazer uma parceria saudável, entre professor e o aluno, sem preconceitos e juntos no processo de aprendizado. Um ensino de qualidade é aquele que vai acolher as necessidades e particularidades de cada aluno, buscando modos de superar as dificuldades.
Neste jeito a educação vai ser algo individualizado, respeitando os limites de cada ser humano. É claro que para isso a gente tem que volta ao inicio do texto, os professores precisam acreditar no seu trabalho, na educação e no aluno.


Até mais,
bjo,
Carol 

Ser deficiente aqui neste mundo!


        Eu penso muito sobre a questão de ser uma pessoa com deficiência, não é perguntando; por que eu? Até porque acho essa pergunta egoísta demais! A coisa é mais profunda e ao mesmo tempo é tão simples.
 A questão de ser uma pessoa com deficiência, é difícil, a gente sabe, pois envolve uma serie de fatores, mas hoje quero refletir sobre um.
Ser uma pessoa com deficiência, é viver em um mundo paralelo, pois muita coisa não se encaixa no seu modo de vida, às vezes, também envolve que algo seja feito especialmente para você, único.
Qual é a ideia aqui?
É dizer que, de fato, a pessoa com deficiência entra em um mundo que teoricamente não é feito para ela e ai a pessoa tem que se rebolar para viver nesse mundo.
 Este assunto me fez lembra-me de um vídeo que já coloquei aqui no blog e no site, onde o mundo era feito para as pessoas com “deficiência”. Botei aspas na palavra deficiência, porque nesse caso as pessoas com deficiência, acredito que ia ser deficiente, certo?

       

      Ficou confuso o post?

Até mais,
bjo,
Carol 

Pessoa incrível, fundamental!


        Fiz faculdade de Psicologia, atualmente faço Pós, faço também supervisão, tudo isso para cada vez mais atender melhor os pacientes.
 No entanto eu venho aprendendo coisas na minha vida que são fundamentais, porém não foi nenhum professor, mestre que me ensinou. A pessoa que me mostrou, ensinou, certas coisas essenciais, para vida pessoal e até profissional foi minha linda mãe. Hoje é seu aniversario, por isso gostaria de prestar essa pequena homenagem a este pessoa incrível.
Eu só tenho que agradecer a ela, tudo o que minha linda mãe fez por mim. Se eu sou uma “vencedora” minha mãe é duplamente vencedora, acho que até mais! Ela sempre acreditou em mim, por isso nunca desistiu.
Resumindo minha linda mãe é um exemplo de mulher, de mãe, de coragem, de força, de fé, de determinação e de felicidade.
Bom, já deu para perceber que tenho um imenso orgulho da minha linda mãe!
Mãe, parabéns, que você continue sendo exatamente como você é.
Te amo!


Até mais,
bjo,
Carol 

Jota Quest -- Só Hoje -




Um maravilhoso final de semana!!!

Até mais,
bjo,
Carol 

Livro, Feliz Ano Velho!



Hoje vou sugerir uma leitura para o final de semana! O livro que vou indicar é o Feliz Ano Velho do Marcelo Rubens Paiva, lançado em 1982.
Marcelo relata sobre o acidente que o deixou tetraplégico, após um mergulho em um lago de Barão Geraldo, pois bateu a cabeça em uma pedra. Ele vai contando as dificuldades que teve que enfrentar e as mudanças na sua vida. Fala dos seus casos amorosos,  de uma maneira engraçada, retrata também sobre a sua carreira musical. Marcelo era jovem ativo, participava do quadro político da Unicamp, onde cursava Engenharia Agrícola.
Eu li este livro na adolescência, para a escola, eu dei boas risadas, mas não aproveitei tudo que o livro tem de bom para passar, pois eu era adolescente! Então vou reler, porque naquela época eu não tinha a menor ideia de que hoje em dia eu ia está trabalhando com a inserção de pessoas com deficiência na sociedade, e é isso que o livro trás de uma forma magnífica.
Espero que gostem da dica.

Até mais,
bjo,
Carol 

Texto no site

Tem um texto novo no site Meu Filho É Deficiente, E AGORA?

 

O texto é: O adolescente com deficiência também é jovem

 


 

Até mais,
bjo,

Carol 




Bullying, parte 12

Penúltimo capitulo sobre o bullying.
 É importante que os pais e professores descubra logo que a vitima está sofrendo bullying.
A criança normalmente não conta sobre o sofrimento que está passando na escola, porque ficam medo e com vergonha. Por isso os pais precisam ficar atentos ao comportamento do filho, conhecê-lo, conversar, enfim dar atenção.
Quando os pais perceberem algo estranho no filho, é fundamental que procure ajuda de profissionais da área de saúde mental.
 Neste momento de ajuda, é interessante que os pais e profissionais estimule a criança e o jovem em atividades em que eles desenvolvam os seus potenciais, as suas habilidades. É necessário que essas pessoas resgatem os seus valores, a sua identidade.

Até mais,
bjo,
Carol 
" As pessoas têm medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem". Chico Buarque
 
Carolina - Um sonho a mais não faz mal
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